PÁG 11 - PARÁGRAFO 4
Quando eu tinha momentos de dúvida de que aquilo pudesse ser assim, as mudanças no fenômeno deixavam de existir, e muito mais tarde eu descobri que: meus pensamentos, se fortemente impregnados de CONVICÇÃO, poderiam causar mudanças no “cintilar das partículas” (coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente) e portanto produzir mudanças na aparência da pedra ou de qualquer outra coisa que eu estivesse estudando.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial. www.almenaraeditorial.com.br
ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #D.mp3
CARLOS comentando o trecho:
Quando eu tinha momentos de dúvida, momentos de dúvida, você passa um tempo, nós vacilamos nessa questão de acreditar ou não acreditar, Jesus também passou por isso, e Ele disse, quando eu tinha momentos, não é que eu vi o tempo todo em dúvida, mas momentos de dúvida, de que aquilo pudesse ser assim, aquilo que Ele estava vendo pudesse ser aquilo que Ele estava vendo mesmo, as mudanças no fenômeno deixavam de existir. Olha que coisa interessante. Então, o fato de Ele duvidar de que aquilo pudesse existir, a coisa no fenômeno deixava de existir também.
E se a gente olhar isso no lado contrário, ou seja, acredita que uma coisa pode existir, aquela coisa, porque tudo são ondas, há ondas, então, cria os fenômenos que passam a existir. Se você duvida de certa coisa, certa coisa também termina entrando numa desistência disso mesmo. Então, deixe de existir.
E muito mais tarde, eu descobri que meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, como Ele diz aqui, mais tarde descobri meus pensamentos. Porque a primeira parte é o que diz, se tem dúvida, o fenômeno deixa de existir. Então, certamente para nós, isso pode ser verdade também.
Momentos de dúvidas que a gente possa ter, influenciam na existência de outras coisas. E Ele diz, muito mais tarde, muito mais tarde, quer dizer, refletindo, continuando nessa reflexão, Ele percebeu isso. Eu descobri que meus pensamentos, olha isso que é forte para todos nós, meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, porque na primeira fase Ele estava em dúvida, então Ele percebeu que tinha dúvida, agora se deixava de existir.
Mas, ao mesmo tempo, Ele, agora crescendo nessa experiência, Ele diz, meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, a palavra convicção está todas em letras maiúsculas, convicção. O que é uma convicção? É você estar convencido de que o que você está acreditando é verdade, está convicto de que é assim, você não tem dúvida, nada vai te tirar daquela informação. Então, essa convicção, se os seus pensamentos estiverem bastante impregnados de convicção, Ele diz, conclui, poderiam causar mudanças no cintilar das partículas, as palavras, entre aspas, cintilar das partículas.
Esse cintilar das partículas é o que? O cintilar, hoje a gente diria, trocaria cintilar das partículas por a vibração das partículas, porque as partículas são todas vivas, vivas nesse sentido de se movimentarem. O elétron está sempre girando em torno do átomo, particularmente falando, e isso tem cintilar de partículas, que geram as ondas. Então, os seus pensamentos, a convicção do pensamento, poderiam causar mudanças na vibração dessas partículas.
Daí, na primeira parte diz, por isso que o fenômeno deixava de existir, eu continuava, coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente. Aí, esse termo está entre parênteses, coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente. Fecha parênteses.
Esse cintilar das partículas. E concluí, portanto, produzir mudanças na aparência. Então, aquilo que falou, uma coisa que deixava de existir porque tinha dúvida ou não, aqui diz, ele estando fortemente convicto de que a coisa vai acontecer, acontece.
Ele disse, portanto, produzir mudanças na aparência das coisas, na aparência da pedra ou de qualquer outra coisa. Porque, na verdade, todas as coisas são aparências, aparências, ou seja, a gente vê que é assim, quer dizer, uma pedra, por exemplo, você está vendo uma pedra, uma onda em forma de pedra, você percebe como uma pedra, você tem essa aparência e a aparência da visão do que você vê. Porque quando você vê uma coisa, o que acontece no momento de visão? A coisa está lá, mas para dentro de você, você tem uma onda da luz que reflete naquele objeto, vai para os seus olhos e penetra em você, você tem dentro de si apenas a onda daquele objeto.
E, de acordo com a situação, ele pode te enganar, ou seja, tem uma aparência de uma outra coisa, ah, pensei que era uma coisa, na verdade é outra. Aí você junta com outras informações do tato, do sabor, do cheiro e você vai formando uma ideia mais forte daquela aparência, daquilo que pode ser. E você, por fim, identifica, é um prego, é uma parede, é uma coisa, uma outra.
Mas é importante você aprender esse fato aqui, que é ensinado, talvez em escola, sobre convicção ou criação da realidade. E o Cristo está falando aqui, começa com as dúvidas, ele deixava de existir, depois ele aprendeu que a convicção, seus pensamentos convictos, causam mudança nas coisas, que ele chama aqui, no cintilar das partículas. E, portanto, esses seus pensamentos convictos podem produzir mudança na aparência de qualquer coisa.
Ele termina a frase dizendo que eu estivesse estudando. Que eu estivesse estudando, não é que ele iria para a sala de aula para estudar, alguém falar, ele poderia, talvez, trocar, poderia, talvez, trocar a palavra estudando por observando. Que é um estudar, é uma forma de estudar, estar atento a uma coisa que você está olhando convictamente.
É isso aí.
Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)

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