domingo, 6 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #D [CdC-C1-11D]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 4

Quando eu tinha momentos de dúvida de que aquilo pudesse ser assim, as mudanças no fenômeno deixavam de existir, e muito mais tarde eu descobri que: meus pensamentos, se fortemente impregnados de CONVICÇÃO, poderiam causar mudanças no “cintilar das partículas” (coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente) e portanto produzir mudanças na aparência da pedra ou de qualquer outra coisa que eu estivesse estudando.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #D.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Quando eu tinha momentos de dúvida, momentos de dúvida, você passa um tempo, nós vacilamos nessa questão de acreditar ou não acreditar, Jesus também passou por isso, e Ele disse, quando eu tinha momentos, não é que eu vi o tempo todo em dúvida, mas momentos de dúvida, de que aquilo pudesse ser assim, aquilo que Ele estava vendo pudesse ser aquilo que Ele estava vendo mesmo, as mudanças no fenômeno deixavam de existir. Olha que coisa interessante. Então, o fato de Ele duvidar de que aquilo pudesse existir, a coisa no fenômeno deixava de existir também.

E se a gente olhar isso no lado contrário, ou seja, acredita que uma coisa pode existir, aquela coisa, porque tudo são ondas, há ondas, então, cria os fenômenos que passam a existir. Se você duvida de certa coisa, certa coisa também termina entrando numa desistência disso mesmo. Então, deixe de existir.

E muito mais tarde, eu descobri que meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, como Ele diz aqui, mais tarde descobri meus pensamentos. Porque a primeira parte é o que diz, se tem dúvida, o fenômeno deixa de existir. Então, certamente para nós, isso pode ser verdade também.

Momentos de dúvidas que a gente possa ter, influenciam na existência de outras coisas. E Ele diz, muito mais tarde, muito mais tarde, quer dizer, refletindo, continuando nessa reflexão, Ele percebeu isso. Eu descobri que meus pensamentos, olha isso que é forte para todos nós, meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, porque na primeira fase Ele estava em dúvida, então Ele percebeu que tinha dúvida, agora se deixava de existir.

Mas, ao mesmo tempo, Ele, agora crescendo nessa experiência, Ele diz, meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, a palavra convicção está todas em letras maiúsculas, convicção. O que é uma convicção? É você estar convencido de que o que você está acreditando é verdade, está convicto de que é assim, você não tem dúvida, nada vai te tirar daquela informação. Então, essa convicção, se os seus pensamentos estiverem bastante impregnados de convicção, Ele diz, conclui, poderiam causar mudanças no cintilar das partículas, as palavras, entre aspas, cintilar das partículas.

Esse cintilar das partículas é o que? O cintilar, hoje a gente diria, trocaria cintilar das partículas por a vibração das partículas, porque as partículas são todas vivas, vivas nesse sentido de se movimentarem. O elétron está sempre girando em torno do átomo, particularmente falando, e isso tem cintilar de partículas, que geram as ondas. Então, os seus pensamentos, a convicção do pensamento, poderiam causar mudanças na vibração dessas partículas.

Daí, na primeira parte diz, por isso que o fenômeno deixava de existir, eu continuava, coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente. Aí, esse termo está entre parênteses, coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente. Fecha parênteses.

Esse cintilar das partículas. E concluí, portanto, produzir mudanças na aparência. Então, aquilo que falou, uma coisa que deixava de existir porque tinha dúvida ou não, aqui diz, ele estando fortemente convicto de que a coisa vai acontecer, acontece.

Ele disse, portanto, produzir mudanças na aparência das coisas, na aparência da pedra ou de qualquer outra coisa. Porque, na verdade, todas as coisas são aparências, aparências, ou seja, a gente vê que é assim, quer dizer, uma pedra, por exemplo, você está vendo uma pedra, uma onda em forma de pedra, você percebe como uma pedra, você tem essa aparência e a aparência da visão do que você vê. Porque quando você vê uma coisa, o que acontece no momento de visão? A coisa está lá, mas para dentro de você, você tem uma onda da luz que reflete naquele objeto, vai para os seus olhos e penetra em você, você tem dentro de si apenas a onda daquele objeto.

E, de acordo com a situação, ele pode te enganar, ou seja, tem uma aparência de uma outra coisa, ah, pensei que era uma coisa, na verdade é outra. Aí você junta com outras informações do tato, do sabor, do cheiro e você vai formando uma ideia mais forte daquela aparência, daquilo que pode ser. E você, por fim, identifica, é um prego, é uma parede, é uma coisa, uma outra.

Mas é importante você aprender esse fato aqui, que é ensinado, talvez em escola, sobre convicção ou criação da realidade. E o Cristo está falando aqui, começa com as dúvidas, ele deixava de existir, depois ele aprendeu que a convicção, seus pensamentos convictos, causam mudança nas coisas, que ele chama aqui, no cintilar das partículas. E, portanto, esses seus pensamentos convictos podem produzir mudança na aparência de qualquer coisa.

Ele termina a frase dizendo que eu estivesse estudando. Que eu estivesse estudando, não é que ele iria para a sala de aula para estudar, alguém falar, ele poderia, talvez, trocar, poderia, talvez, trocar a palavra estudando por observando. Que é um estudar, é uma forma de estudar, estar atento a uma coisa que você está olhando convictamente.

É isso aí.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sábado, 5 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #C [CdC-C1-11C]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 3

Eu percebi que nada era realmente sólido!
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #C.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Aqui temos apenas uma frase que diz eu percebi que nada era realmente sólido e de fato essa frase realmente mexe com muitos de nós, porque é uma verdade que os físicos, os cientistas já se convenceram de que realmente é assim. A natureza, embora nós todos achamos e experimentamos que as coisas são sólidas. Você pega na parede, pega na pedra, pega no metal e vê o quanto ela tem dureza.

Não é sólido. Então parece uma contradição geral do que nós vemos, o que está aí na nossa experiência diária para aquilo que está afirmado, que nada é realmente sólido. É como se você pegasse na água.

A água realmente é sólida, mas ela se mexe, você não consegue segurar a água na mão, ela escapole. Então realmente é essa a conclusão de que toda a matéria, a física quântica, os físicos já descobriram que realmente todos nós somos formados por ondas. E se essa onda é tão intensa em um certo local, ela fica como que, entre aspas, congelada.

Porque congelada é só uma maneira de dizer como a água, se ela se congela, ela endurece. Se ela evapora, está muito agitada, ela está fervendo, ela vai evaporando, vai sumindo e vira gás, nesse sentido, ela vira nuvens. E ela congelada tem a dureza.

Então nós somos entidades congeladas, congeladas nesse sentido, não tem a ver com gelo, tem a ver com a vibração da onda. Onda que vibra pouco, como a água que está dura, endurecida, porque as moléculas estão quietinhas, tão geladas que estão, a temperatura, elas endurecem. Então nós também somos assim.

Embora não parece que nós somos duros, e tem coisas que nós sentimos que são mais duras do que outras, mas essa é uma grande verdade. E Cristo percebeu, percebi que nada era realmente sólido. Então nessa experiência, que ele passou no deserto, que ele teve a visão de Deus, o Deus que ele chamou de ser, a essência de tudo, ele viu a matéria, olhando como coisas cintilantes, a areia, a terra, ele percebe que realmente, nessa visão de coisa, por mais sólida, a sensação sólida que, para nós, apareça, na dureza, ele viu que isso, já que são todas assim vibrantes, não tem solidez, não tem uma coisa dura que aconteça.

Isso é uma grande afirmação, a grande afirmação, digamos assim, um conforto, inclusive, para as conclusões dos físicos, da ciência. A ciência chegou a essa conclusão a partir dos estudos da matéria, examinando cada coisa, e vendo que somos todos formados por átomos, e os átomos formam as ondas, e nós somos então ondas. Mas por que sentimos que as coisas são duras? Por que essa dureza, um choque, uma colisão, faz acontecer? Então, é o outro lado da matéria.

Realmente, nós somos duros, nesse contexto. Mas quando realmente essa dureza nos afeta? Não quer dizer que você agora vai bater a cabeça na cabeça, a cabeça na parede, e não sentir dor. Então você sente nessa dureza que você está batendo um giro contra o outro, quer dizer, a sua vibração de um outro contra aquela.

Mas quando você entra no mundo espiritual, as vibrações são mais altas. Aí você vê filmes e sensações, pessoas dizendo que, por exemplo, fantasmas atravessam paredes. No Evangelho, relata que Jesus, os apóstolos estavam de portas fechadas, e de repente, ele apareceu.

Ou seja, ele da dimensão divina, ele passa através da parede que não tinha nenhum problema. Certo? Ok? Então você vê que realmente, eu percebi que nada era realmente sólido. Esse realmente quer dizer uma solidez que permanece, porque é duro realmente.

E daí que ele depois chega à questão da impossibilidade de ter ressuscitado, de ter levado um corpo ressuscitado para a dimensão do céu. O que eu faria com esse corpo lá no céu, onde a vibração é altíssima, não tem espaço para uma onda congelada como a nossa, ok? Vamos continuar refletindo mais depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #B [CdC-C1-11B]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 2

Às vezes, minha visão humana era tão espiritualmente elevada que eu podia ver através das pedras, da terra e da areia. Estas agora pareciam ser simplesmente “minúsculas partículas de brilho cintilante”.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #B.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Aqui aparece um detalhe muito interessante dessa experiência de Cristo no deserto. Ele diz, às vezes, porque às vezes, porque isso se repetiu mais de uma vez, então não era uma vez, foi às vezes, minha visão humana, a visão humana. O que que é a visão humana? Aquilo como consegue enxergar com seus próprios olhos, com os olhos da face, realmente, a visão interior, a visão dos olhos mesmo, a visão humana.

Minha visão humana era tão espiritualmente elevada, e aí envolve o grau da espiritualidade, espiritualmente elevada, que eu podia ver através das pedras, da terra e da areia. Nos desenhos animados, você botaria uma visão de raio-x, como se indica para o super-homem, né? Ficticiamente falando, né? Mas aqui ele tinha essa visão elevada que podia ver através das pedras. Você vê uma pedra, você vê uma pedra sólida, não deixaria a visão passar, mas via através das pedras, através da terra e através da areia, as três coisas que ele enxergava e via que a visão dele atravessava.

Estas coisas, pedra, terra, pareciam ser simplesmente, "minúsculas partículas de brilho cintilante". Então, ele estava tendo uma visão, olhando para as pedras, a pedra, a terra e a areia pareciam ser, como disse, minúsculas partículas de brilho cintilante. É um brilho cintilante, aquela coisa que acende e apaga, acende e apaga, né? Quer dizer, um pouco nesse sentido, não é que sempre, apenas, mas o cintilar vem, é nesse sentido, o mais forte, o mais fraco. 

É isso aí.

Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #A [CdC-C1-11A]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 1

Não havia ponto onde não existisse aquele “PODER CRIATIVO da MENTE DIVINA”. Percebi que a mente humana originava-se da DIVINA MENTE CRIATIVA, mas que era somente uma vela iluminada pelo Sol.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #A.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Não havia ponto onde não existisse. Haver ponto, o que quer dizer isso? Não havia ponto. Não é ponto de ônibus, claro, é ponto de algum lugar para ficar.
Ponto é quando você olha uma imagem, você pode ver um ponto, uma imagem feita de milhares de pontos. Então, podíamos substituir a palavra ponto por lugar. Não existia nenhum ponto, nenhum lugar que não existisse aquele poder criativo, ou seja, a presença do poder criativo em toda parte.
Então, ele diz, não havia lugar, ponto, onde não existisse aquele, entre aspas, e tudo em maiúsculas, letras maiúsculas, poder criativo da mente divina. Embora separando o poder criativo, separado da mente divina pela palavra da, mente divina. São duas coisas, a mente divina e o poder criativo.
Então, aquele poder criativo, a gente não sabe, o poder criativo não é uma coisa que se possa ver e olhar, mas é o saber que ele existe. Não havia lugar onde não existisse aquele poder criativo, o poder de Deus. Deus está criando todas as coisas.
E ele diz da, mente, da, quer dizer, não é na mente, é da mente. Importante entender esse detalhe, que não é da mente, não é na mente, era da. Da implica origem, originado na mente divina.
Não era um poder na mente, é da, originado da mente, na mente divina. Na mente divina. Ele continua dizendo, perceber que a mente humana, aí já é a percepção do pedacinho do ser humano, a mente humana.
Então, o que ele percebeu em relação a mente humana? Que essa, mente humana, originava-se, vinha, era proveniente, tinha sua origem. Ela não existiu assim, acabou e está aí presente. Ela tinha uma origem dentro, originava-se da divina mente criativa.
Esse poder criativo que está na mente de Deus, ele troca, inverte os termos aqui para dizer sim, divina mente criativa. Ou seja, da mente de Deus, criativamente agindo, ele criou a mente humana. Aí ele compara, ao mesmo tempo, finaliza dizendo, mais que essa mente humana, ela era somente, o que ela era? A palavra que aparece aqui agora é bem poética e significativa.
Ele diz assim, era somente uma vela iluminada pelo sol. Você já conseguiu enxergar uma vela? Você tem uma vela, você pode brincar, dizer, bom, vou acender. Se está na escuridão total, você não enxerga nem a vela.
Mas, na medida que você acende a vela, aquela luzinha da vela, ela ajuda a iluminar o ambiente, e dá para você enxergar até a vela, porque aquela luz da vela está iluminando o ambiente também. Mas é uma luz pequena, mas na escuridão total, é uma grande luz, relativamente falando. Agora aqui ele compara que essa luz, essa vela iluminada, a mente criativa iluminando a mente humana, então a mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Então essa vela iluminada pelo sol não era a vela própria que estava iluminando ela mesma. A vela estava sendo iluminada pelo sol, o sol estava iluminando a mente. Mas a potência, a força, a claridade do sol é bem maior do que qualquer vela, não é isso? Então, ele diz que aquela vela, a mente humana era uma vela iluminada pelo sol.
Só para dizer que se você, na claridade total, se você meio dia acender uma vela, aí a comparação agora é diferente, você está meio dia, está com a claridade total, aí está no aberto, aí você acende uma vela, aí você parece até que a vela não foi acesa, acendeu sim, consegue enxergar a chama da vela, porque é um ponto forte de intensidade de luz, onde está acesa, mas não vai fazer muita diferença aquela vela iluminar ela mesma, diferente de quando você viu a vela na escuridão. Na escuridão, não tinha luz, então ela iluminou tudo. E aqui diz que essa mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Ou seja, embora ela possa ter uma luzinha, que é a luz da própria vela, ela é iluminada pelo sol, ela recebe essa luz toda do sol. Então, nós somos assim, então a expressão de que nós somos assim, ou seja, nós, nossa mente humana, por mais que tenhamos essa luz, a luz de Deus é muito mais intensa, muito maior do que tudo isso. Isso provém do poder criativo da mente divina.
Amém? Vamos lá depois, continuar depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


terça-feira, 1 de maio de 2018

Carta-1: página-10: #I [CdC-C1-10I]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 8

Compreendi que aquele “Poder Criativo” que eu estava experimentando era infinito, eterno, universal, que preenchia todo o espaço além do céu, dos oceanos, da Terra e de todas as coisas vivas. Vi que AQUILO era o PODER MENTAL. Era o PODER CRIATIVO da MENTE.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #I.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

O Cristo Jesus continuou expressando as suas experiências dizendo compreendi essa compreensão que existe na mente quando você compreende alguma coisa, que tudo está sendo entendido por mais complexo que seja, o que é que ele compreendeu, o que é que ele entre aspas, poder criativo poder criativo, a humanidade está interessada porque é mais do que isso não é só um simples poder criativo algo mais vou usar essa palavra porque não tem outra para te falar e que ele estava experimentando entende esse poder criativo e o que era esse poder criativo? era infinito, como ele diz, três coisas para expressar a mesma ideia que são a infinitude, uma coisa imensa, e ao mesmo tempo a palavra eterno e a palavra universal três coisas enormes que a gente mal consegue entender ele fala, estava experimentando era infinito, era eterno, era universal e ao mesmo tempo preenchia todo o espaço que espaço é que preenchia? espaço que você pode imaginar ele fala assim, além do céu se você acha que o céu é grande então além desse céu grande o oceano, se acha que o oceano é grande então além do oceano a terra, se acha que a terra é grande, além da terra ou seja, era esse poder criativo ou seja, e de todas as coisas vivas, além dessas três coisas céu, oceano e terra todas as coisas vivas ele diz, vi que aquilo, a palavra aquilo está toda em letras maiúsculas aquilo, porque não é um aquilozinho qualquer aquilo, aquilo é isso, mas é um aquilo a aquilo quando você não tem palavras para dizer, o que é aquilo que eu estou vendo você usa a palavra aquilo, mas é um aquilo com todas as letras maiúsculas ok é uma coisa imensa, é uma coisa que não tem palavras mas você usa a palavra aquilo porque você tem que ter uma referência linguística para falar então aquilo era o poder mental o poder mental também está com letras maiúsculas porque ele diz que é algo além do que as palavras podem expressar o poder mental ele continua, era o poder criativo da mente aí outra palavra, era o poder criativo, também com letras maiúsculas poder criativo e separado separando essa palavra, poder criativo, você tem o adjunto da para separar o poder criativo da de alguma outra coisa, da mente, então tem a palavra mente e o poder criativo, então a mente é unicamente de Deus, também com letras todas maiúsculas, então para se referir a experiência do que ele está vivenciando então só existe uma mente, você fala que tem sua mente mas na verdade sua mente não é não é o seu cérebro, o cérebro não é a mente o cérebro é algo além da mente, do que está no seu crânio então e a mente é uma participação na única mente de Deus, só Deus tem assim, aquilo tem uma mente a mente divina aí tem poder, que é o poder mental e aí o poder criativo na mente e podemos dizer ainda apropriadamente, Deus é o que ele chama aqui, aquilo


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


segunda-feira, 30 de abril de 2018

Carta-1: página-10: #H [CdC-C1-10H]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 7

O que “vi”, compreendi e percebi quando estive no deserto. | Fui elevado dentro de outra dimensão de percepção consciente, que me permitiu ver a VERDADE com relação à vida e à existência. Vi, lúcida e claramente, o que era real e o que era falso no pensamento do homem.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #H.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Este parágrafo começa com o título em minúsculas, dizendo o que "vi". A palavra vi está escrita entre aspas. Vi, que é, representa uma visão que não é a visão normal com os olhos. É um outro tipo de visão, o ver sem os olhos. Então, é um vi que não viu, mas enxergou, viu de outra forma dentro da sua cabeça. Ele viu e compreendeu e percebeu quando estive no deserto.

Porque a visão dos olhos vai ver exatamente a paisagem, mas ele foi elevado em uma dimensão nova. Ele percebeu muitas coisas, como ele realmente diz aqui em diante no parágrafo. Fui elevado dentro de outra dimensão. Nós estamos, todos nós, vivendo na chamada, pelo menos se convencionou a chamar terceira dimensão. Terceira dimensão, porque nós vemos as três dimensões, altura, largura e profundidade. Então, essa se chamou terceira dimensão e tem outras dimensões que não estão nominadas, mas, ele diz, foi elevado dentro de outra dimensão.

Dimensão de que? De percepção consciente. Agora, quantas dimensões? Todas elas estão todas aqui, a gente não enxerga, né? Então, quando você consegue enxergar, tipo um cachorro que ouve mais do que a gente, está na dimensão, aquele pedaço que a gente não vê e etc. É complicado isso, mas é assim.

Ele foi elevado em outra dimensão de percepção. Uma dimensão de perceber, quer dizer, seus olhos, seus sentidos começaram a ver coisas dessa dimensão. E ele disse, uma percepção também que estava consciente. Ou seja, ele estava sabendo que estava consciente, que estava vendo realmente. Ok? E ele diz, o que me permitiu ver a verdade. A verdade com letras todas maiúsculas. E a verdade, também não é entre aspas, mas aqui verdade e verdadeira. A verdade com V maiúsculas, todas as letras maiúsculas. A verdade do que é realmente verdadeiro.

Ver a verdade. Então, eu posso ver a verdade, você pode ver a verdade. Então, Cristo conseguiu ver essa verdade. Me permitiu ver a verdade. Alguém pode dizer assim, isso é verdade. Fica no sentido de uma palavra. Eu posso ver a verdade. Então, é o ver, enxergar a verdade de uma maneira extraordinária. Agora, a verdade em relação a alguma coisa. Então, ele diz aqui, com relação a vida e existência. Porque a verdade é uma coisa muito ampla. Então, essa verdade em relação à vida e a existência.

Embora vida e existência são coisas unidas. Você não pode ter existência sem ter vida. Mas as coisas que estão, ele separa. Porque uma coisa é a vida. Então, a vida dá existência a alguém que tem essa vida. Ok? Então, ele diz em relação à vida e a existência.

Porque não é só a vida, não é só a existência. É a vida que está na existência, que faz existir alguma coisa. E o existir é um ser. Eu estou vivo, estou existindo. Então, quando você, fisicamente ou teologicamente, diz que Deus sustenta, Deus mantém tudo isso na existência. É o pensamento dele que cria tudo isso.

E ele diz, eu vi lúcida e claramente. Lúcida quer dizer uma imagem, a gente poderia dizer assim, traduzir lúcida por nítida. Mas lúcida é no sentido de uma luz. A palavra vem de luz. Você está vendo, quando você vê no escuro, você não enxerga tudo que você poderia enxergar. Então, está escuro. Quando você vê uma coisa lúcida, você está vendo uma claridade. Você está enxergando perfeitamente. Embora a palavra claramente também ajude a reforçar a palavra lúcida. De luz e clara. Então, ele diz, lúcida e claramente. 

O que era real e o que era falso.

Então, a palavra real e a palavra falso se contrapõem aqui nessa questão da visão. Uma coisa é a realidade, o real. Isso é realmente verdadeiro, é real. Ou isso é falso. Mas não é o que ele está vendo. Ele vê, ele vai dizer assim, eu vi o que era real e o que era falso.

Mas ele não está vendo uma visão falsa ou uma visão real. Vendo falso é no final da frase que ele vai dizer. O que era falso dentro ou no pensamento do homem. A pessoa humana, que é o homem, está representada aqui como a humanidade. Que é chamada o homem no singular. O homem é representante de toda a humanidade. Então, esse ser humano tem pensamentos. E Jesus conseguiu ver, nessa visão que ele foi levado, essa claridade que ele percebeu. O que era dentro do pensamento humano. O que é real, o que é falso. Coisa que nós não temos, às vezes. Ou, às vezes, normalmente não temos, né? Essa visão do que é real, falso, dentro até do nosso próprio pensamento. 

E Jesus percebeu isso, nessa dimensão que ele foi levado, a ver isso. Daí depois ele desce, ele vai ver como é que os seres humanos agem e etc. Ok? Vamos ver mais depois.


(Transcrito por TurboScribe.ai)


domingo, 29 de abril de 2018

Carta-1: página-10: #G [CdC-C1-10G]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 6

Esta gloriosa harmonia interior, paz e sensação de perfeita realização, nada mais precisando ser acrescentado àquele belo momento, era a própria natureza da Realidade – o Poder Criativo – dando Vida à criação e à existência.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #G.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

O Cristo Jesus continua ainda dizendo, nesta frase, um pouquinho a mais sobre o que ele sentiu naquele momento no deserto. Ele começou a sentir que estava no estado de paz. Esta gloriosa harmonia interior é o contrário daquele que diz quando você está agitado, está intranquilo, mas aqui está. Houve uma harmonia interior. E junto com isso vem a paz e vem a sensação de perfeita realização. Ou seja, o cara se sente completo, assim, no sentido de tranquilidade. Ele diz, nada mais precisando ser acrescentado a aquele belo momento. Ou seja, até aí tudo bem, não precisa mais de nada, já estou ótimo, está tudo beleza, nada mais precisando ser acrescentado. E ele diz que isto era a própria Realidade, a própria natureza da realidade. A palavra realidade tem R maiúscula e significa um outro nome para Deus. Era a própria natureza da realidade. O que é real? Ele é o real, a Realidade.

E acrescenta com uma explicação colocada entre dois traços O Poder Criativo. Deus é a realidade, também é o poder criativo com P maiúsculo, C maiúsculo. O Amando realmente é um substantivo masculino, um substantivo próprio. Essa é a realidade. E isso, esse poder criativo estava dando vida à criação e à existência. Toda criação precisa ter vida, não é verdade? Então, dando vida.  E a vida não é essa vida com V maiúsculo. Vida, Deus é vida. Ele dá a sua vida para a criação e toda a criação. Então, estava dando vida à criação, uma vida continuada. Deus não criou, não fez e acabou. Ele está fazendo isso o tempo todo. Ele está dando vida à criação e à existência. Então, porque elas têm vida, elas têm existência. Porque as existências estão vivas, estão vivendo.

É isso aí.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)