quarta-feira, 9 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #G [CdC-C1-11G]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 7

Portanto, toda forma exterior era uma expressão da consciência interna. | Compreendi que a VIDA e a CONSCIÊNCIA eram a mesma coisa. |  Era impossível dizer “Isto é VIDA” e “Aquilo é CONSCIÊNCIA”.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #G.mp3


terça-feira, 8 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #F [CdC-C1-11F]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 6

Compreendi que não havia nada sólido no universo, que tudo o que era visível estava manifestando um “estado de consciência” diferente, que determinava a composição e a forma do “cintilar das partículas”.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #F.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Nesse parágrafo, o Cristo retoma a afirmação fantástica de que nada existe sólido no Universo. Ele diz, compreendi que não havia nada sólido no Universo, embora para nós, a gente vivencie a experiência, as experiências da solidez das coisas, porque nós estamos em um nível de interação com essas coisas, bem diferente, então, se você tem um imã, o imã consegue atrair ou repelir as coisas, então, quando você toca na solidez, você está sendo repelido para que não avance, não penetre naquela matéria, mas Jesus diz, compreendi que nada havia de sólido, então, essa é a verdade que devemos acatar, nada é sólido, mas o que faz ela parecer ser tão sólida assim, o que está acontecendo para que a gente veja e sinta que é tão sólido, ele diz que em cada uma das matérias está tudo que era visível, tudo que você vê, estava manifestando um estado de consciência, então, esse estado de consciência, você pode dizer assim, da matéria e da pessoa que está nessa consciência, como todos nós concordamos que tudo é duro, ou fraco, ou mole, sei lá, então, elas agem dessa forma, é esse estado de consciência, diferente, tudo estava manifestando um estado de consciência diferente, diz o Cristo, que determinava, então, esse estado de consciência é quem vai determinar como é que deve ser, determinava a composição e a forma do cintilar das partículas, aí volta a palavra, cintilar das partículas, novamente, entre aspas, essa vibração que elas têm, que chamam de cintilar das partículas, então, é uma química muito profunda aqui, não é verdade? Mas é isso.

Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #E [CdC-C1-11E]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 5

Foi naquele momento que compreendi o poderoso efeito que a CONVICÇÃO ou a FÉ inquebrantável tinham sobre o ambiente, ao exprimir um comando ou mesmo uma crença. E ainda mais impressionante foi a abertura de minha mente, a compreensão em “consciência cósmica” de que tudo o que havia testemunhado era realmente o “Poder Criativo” da Própria Mente Divina tornada visível no “cintilar das minúsculas partículas”. Além disso, a aparência de tudo poderia ser profundamente afetada pela atividade do pensamento humano.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #E.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Jesus continua aqui, dizendo sobre a questão da convicção. Ele diz, foi naquele momento que compreendi o poderoso efeito que a convicção, que também é chamada a fé inquebrantável, tinha sobre o ambiente. Essa compreensão é muito importante na vida de Cristo, e que agora Ele passa essa experiência para nós.

Então nós podemos também acreditar nisso. A compreensão que Ele teve dessa convicção e o que ela faz. Essa fé tinha sobre o ambiente.

Qual é o ambiente? Tudo aquilo que está ao nosso redor é o nosso ambiente. Ao exprimir um comando, exprimir quer dizer, se dá o comando, fala, pensa, elabora o comando. Ou mesmo uma crença.

Então toda crença é um comando de acreditar ou não acreditar, enquanto você vai fazendo as coisas. Se você acredita que botar o dedo na água quente queima, vale queimar. Se pensa que não queima, pode não queimar.

Está maluco, né? Mas é verdade. Tinha sobre o ambiente. E ainda mais impressionante foi a abertura de minha mente.

A abertura de minha mente. Quantos de nós temos, pessoas têm, uma mente, nós chamamos assim, fechada. Mente fechada quer dizer aquela mente que sabe as coisas, que aprendeu, e fica só nisso, não dá abertura para novos conhecimentos, se a mente é fechada.

Ao mesmo tempo que você ouve uma palestra, ouve uma coisa, você vai abrindo sua mente, para novas informações. Porque tem gente que abre a mente só para as coisas, digamos, de uma novela, de um filme no comercial da televisão, e fica só nesse campo. Mas aí, impressionante foi a abertura de minha mente.

A compreensão em consciência cósmica. E aí que a palavra consciência cósmica está entre aspas. Consciência cósmica.

Olha, consciência cósmica, você já tem uma abertura para entender as coisas do cosmos. Consciência cósmica. Porque você tem uma consciência pequena, restrita ao mundo que você está, ao ambiente que você está vivendo, é uma coisa.

Compreender o universo, o cosmos, você tem que ter essa consciência cósmica, saber que tudo que Deus criou, tudo que está aí, compreensão em consciência cósmica de que tudo que havia testemunhado, tudo que havia testemunhado, ele viu, ele é uma testemunha. Ele presenciou, ele vivenciou. Tudo isso era realmente o poder criativo.

A palavra poder criativo está entre aspas e é inegrito. Poder criativo já se refere ao poder de Deus. Algo que nós chamamos de Deus.

É esse poder que só as palavras sozinhas não dá para dizer o que é. Poder criativo. E continua. Da própria mente divina.

Então esse poder, a palavra própria mente divina está inegrito. E as letras começam em maiúsculos. Maiúsculo, própria, maiúsculo, mente, letra maiúscula e divina.

Começa com a letra maiúscula. E tudo isso de que forma? Tornada visível. Tornada visível esse poder.

Onde que estava visível? Naquele cintilar das minúsculas partículas. Então você não estava vendo um poder divino, uma catástrofe acontecendo, uma coisa no céu gigantesca acontecendo, um raio de luz, tipo um amanhecer, um anoitecer, uma coisa gigantesca. Mas no cintilar das minúsculas partículas.

E a palavra cintilar das minúsculas partículas vem estar entre aspas, porque esse cintilar já não era só um cintilar, um brilhozinho das partículas. Era algo mais. Mas que estava ali.

Quando você via, presente, estava dando esse testemunho. Mostrando esse poder. Porque estava tornada visível.

E ele continua terminando. Além disso, a aparência. A palavra aparência está em negrito.

Porque é uma aparência refletindo, mostrando que o que você vê, como diz tudo é onda, mas ela se apresenta nas formas sólidas que nós podemos enxergar. Então, essa aparência de tudo poderia ser profundamente afetada. Mesmo essa aparência, de tudo que estava, podia ser afetado.

Então, o ser humano tinha esse poder sobre afetar toda a natureza? Além disso, a aparência poderia ser afetada por quem? Quem que vai afetar essa aparência das coisas? É Deus que vai afetar, transformar? Sim, também. Mas, também, a atividade do pensamento humano. Olha que extraordinário.

A atividade do pensamento humano afeta a aparência das coisas. E aí tem uma grande verdade para a ciência vivenciar isso ao longo dos séculos futuros. Mas isso é uma grande verdade.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


domingo, 6 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #D [CdC-C1-11D]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 4

Quando eu tinha momentos de dúvida de que aquilo pudesse ser assim, as mudanças no fenômeno deixavam de existir, e muito mais tarde eu descobri que: meus pensamentos, se fortemente impregnados de CONVICÇÃO, poderiam causar mudanças no “cintilar das partículas” (coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente) e portanto produzir mudanças na aparência da pedra ou de qualquer outra coisa que eu estivesse estudando.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #D.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Quando eu tinha momentos de dúvida, momentos de dúvida, você passa um tempo, nós vacilamos nessa questão de acreditar ou não acreditar, Jesus também passou por isso, e Ele disse, quando eu tinha momentos, não é que eu vi o tempo todo em dúvida, mas momentos de dúvida, de que aquilo pudesse ser assim, aquilo que Ele estava vendo pudesse ser aquilo que Ele estava vendo mesmo, as mudanças no fenômeno deixavam de existir. Olha que coisa interessante. Então, o fato de Ele duvidar de que aquilo pudesse existir, a coisa no fenômeno deixava de existir também.

E se a gente olhar isso no lado contrário, ou seja, acredita que uma coisa pode existir, aquela coisa, porque tudo são ondas, há ondas, então, cria os fenômenos que passam a existir. Se você duvida de certa coisa, certa coisa também termina entrando numa desistência disso mesmo. Então, deixe de existir.

E muito mais tarde, eu descobri que meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, como Ele diz aqui, mais tarde descobri meus pensamentos. Porque a primeira parte é o que diz, se tem dúvida, o fenômeno deixa de existir. Então, certamente para nós, isso pode ser verdade também.

Momentos de dúvidas que a gente possa ter, influenciam na existência de outras coisas. E Ele diz, muito mais tarde, muito mais tarde, quer dizer, refletindo, continuando nessa reflexão, Ele percebeu isso. Eu descobri que meus pensamentos, olha isso que é forte para todos nós, meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, porque na primeira fase Ele estava em dúvida, então Ele percebeu que tinha dúvida, agora se deixava de existir.

Mas, ao mesmo tempo, Ele, agora crescendo nessa experiência, Ele diz, meus pensamentos, se fortemente impregnados de convicção, a palavra convicção está todas em letras maiúsculas, convicção. O que é uma convicção? É você estar convencido de que o que você está acreditando é verdade, está convicto de que é assim, você não tem dúvida, nada vai te tirar daquela informação. Então, essa convicção, se os seus pensamentos estiverem bastante impregnados de convicção, Ele diz, conclui, poderiam causar mudanças no cintilar das partículas, as palavras, entre aspas, cintilar das partículas.

Esse cintilar das partículas é o que? O cintilar, hoje a gente diria, trocaria cintilar das partículas por a vibração das partículas, porque as partículas são todas vivas, vivas nesse sentido de se movimentarem. O elétron está sempre girando em torno do átomo, particularmente falando, e isso tem cintilar de partículas, que geram as ondas. Então, os seus pensamentos, a convicção do pensamento, poderiam causar mudanças na vibração dessas partículas.

Daí, na primeira parte diz, por isso que o fenômeno deixava de existir, eu continuava, coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente. Aí, esse termo está entre parênteses, coisa que a ciência chama hoje de partículas carregadas eletricamente. Fecha parênteses.

Esse cintilar das partículas. E concluí, portanto, produzir mudanças na aparência. Então, aquilo que falou, uma coisa que deixava de existir porque tinha dúvida ou não, aqui diz, ele estando fortemente convicto de que a coisa vai acontecer, acontece.

Ele disse, portanto, produzir mudanças na aparência das coisas, na aparência da pedra ou de qualquer outra coisa. Porque, na verdade, todas as coisas são aparências, aparências, ou seja, a gente vê que é assim, quer dizer, uma pedra, por exemplo, você está vendo uma pedra, uma onda em forma de pedra, você percebe como uma pedra, você tem essa aparência e a aparência da visão do que você vê. Porque quando você vê uma coisa, o que acontece no momento de visão? A coisa está lá, mas para dentro de você, você tem uma onda da luz que reflete naquele objeto, vai para os seus olhos e penetra em você, você tem dentro de si apenas a onda daquele objeto.

E, de acordo com a situação, ele pode te enganar, ou seja, tem uma aparência de uma outra coisa, ah, pensei que era uma coisa, na verdade é outra. Aí você junta com outras informações do tato, do sabor, do cheiro e você vai formando uma ideia mais forte daquela aparência, daquilo que pode ser. E você, por fim, identifica, é um prego, é uma parede, é uma coisa, uma outra.

Mas é importante você aprender esse fato aqui, que é ensinado, talvez em escola, sobre convicção ou criação da realidade. E o Cristo está falando aqui, começa com as dúvidas, ele deixava de existir, depois ele aprendeu que a convicção, seus pensamentos convictos, causam mudança nas coisas, que ele chama aqui, no cintilar das partículas. E, portanto, esses seus pensamentos convictos podem produzir mudança na aparência de qualquer coisa.

Ele termina a frase dizendo que eu estivesse estudando. Que eu estivesse estudando, não é que ele iria para a sala de aula para estudar, alguém falar, ele poderia, talvez, trocar, poderia, talvez, trocar a palavra estudando por observando. Que é um estudar, é uma forma de estudar, estar atento a uma coisa que você está olhando convictamente.

É isso aí.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sábado, 5 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #C [CdC-C1-11C]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 3

Eu percebi que nada era realmente sólido!
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #C.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Aqui temos apenas uma frase que diz eu percebi que nada era realmente sólido e de fato essa frase realmente mexe com muitos de nós, porque é uma verdade que os físicos, os cientistas já se convenceram de que realmente é assim. A natureza, embora nós todos achamos e experimentamos que as coisas são sólidas. Você pega na parede, pega na pedra, pega no metal e vê o quanto ela tem dureza.

Não é sólido. Então parece uma contradição geral do que nós vemos, o que está aí na nossa experiência diária para aquilo que está afirmado, que nada é realmente sólido. É como se você pegasse na água.

A água realmente é sólida, mas ela se mexe, você não consegue segurar a água na mão, ela escapole. Então realmente é essa a conclusão de que toda a matéria, a física quântica, os físicos já descobriram que realmente todos nós somos formados por ondas. E se essa onda é tão intensa em um certo local, ela fica como que, entre aspas, congelada.

Porque congelada é só uma maneira de dizer como a água, se ela se congela, ela endurece. Se ela evapora, está muito agitada, ela está fervendo, ela vai evaporando, vai sumindo e vira gás, nesse sentido, ela vira nuvens. E ela congelada tem a dureza.

Então nós somos entidades congeladas, congeladas nesse sentido, não tem a ver com gelo, tem a ver com a vibração da onda. Onda que vibra pouco, como a água que está dura, endurecida, porque as moléculas estão quietinhas, tão geladas que estão, a temperatura, elas endurecem. Então nós também somos assim.

Embora não parece que nós somos duros, e tem coisas que nós sentimos que são mais duras do que outras, mas essa é uma grande verdade. E Cristo percebeu, percebi que nada era realmente sólido. Então nessa experiência, que ele passou no deserto, que ele teve a visão de Deus, o Deus que ele chamou de ser, a essência de tudo, ele viu a matéria, olhando como coisas cintilantes, a areia, a terra, ele percebe que realmente, nessa visão de coisa, por mais sólida, a sensação sólida que, para nós, apareça, na dureza, ele viu que isso, já que são todas assim vibrantes, não tem solidez, não tem uma coisa dura que aconteça.

Isso é uma grande afirmação, a grande afirmação, digamos assim, um conforto, inclusive, para as conclusões dos físicos, da ciência. A ciência chegou a essa conclusão a partir dos estudos da matéria, examinando cada coisa, e vendo que somos todos formados por átomos, e os átomos formam as ondas, e nós somos então ondas. Mas por que sentimos que as coisas são duras? Por que essa dureza, um choque, uma colisão, faz acontecer? Então, é o outro lado da matéria.

Realmente, nós somos duros, nesse contexto. Mas quando realmente essa dureza nos afeta? Não quer dizer que você agora vai bater a cabeça na cabeça, a cabeça na parede, e não sentir dor. Então você sente nessa dureza que você está batendo um giro contra o outro, quer dizer, a sua vibração de um outro contra aquela.

Mas quando você entra no mundo espiritual, as vibrações são mais altas. Aí você vê filmes e sensações, pessoas dizendo que, por exemplo, fantasmas atravessam paredes. No Evangelho, relata que Jesus, os apóstolos estavam de portas fechadas, e de repente, ele apareceu.

Ou seja, ele da dimensão divina, ele passa através da parede que não tinha nenhum problema. Certo? Ok? Então você vê que realmente, eu percebi que nada era realmente sólido. Esse realmente quer dizer uma solidez que permanece, porque é duro realmente.

E daí que ele depois chega à questão da impossibilidade de ter ressuscitado, de ter levado um corpo ressuscitado para a dimensão do céu. O que eu faria com esse corpo lá no céu, onde a vibração é altíssima, não tem espaço para uma onda congelada como a nossa, ok? Vamos continuar refletindo mais depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sexta-feira, 4 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #B [CdC-C1-11B]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 2

Às vezes, minha visão humana era tão espiritualmente elevada que eu podia ver através das pedras, da terra e da areia. Estas agora pareciam ser simplesmente “minúsculas partículas de brilho cintilante”.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #B.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Aqui aparece um detalhe muito interessante dessa experiência de Cristo no deserto. Ele diz, às vezes, porque às vezes, porque isso se repetiu mais de uma vez, então não era uma vez, foi às vezes, minha visão humana, a visão humana. O que que é a visão humana? Aquilo como consegue enxergar com seus próprios olhos, com os olhos da face, realmente, a visão interior, a visão dos olhos mesmo, a visão humana.

Minha visão humana era tão espiritualmente elevada, e aí envolve o grau da espiritualidade, espiritualmente elevada, que eu podia ver através das pedras, da terra e da areia. Nos desenhos animados, você botaria uma visão de raio-x, como se indica para o super-homem, né? Ficticiamente falando, né? Mas aqui ele tinha essa visão elevada que podia ver através das pedras. Você vê uma pedra, você vê uma pedra sólida, não deixaria a visão passar, mas via através das pedras, através da terra e através da areia, as três coisas que ele enxergava e via que a visão dele atravessava.

Estas coisas, pedra, terra, pareciam ser simplesmente, "minúsculas partículas de brilho cintilante". Então, ele estava tendo uma visão, olhando para as pedras, a pedra, a terra e a areia pareciam ser, como disse, minúsculas partículas de brilho cintilante. É um brilho cintilante, aquela coisa que acende e apaga, acende e apaga, né? Quer dizer, um pouco nesse sentido, não é que sempre, apenas, mas o cintilar vem, é nesse sentido, o mais forte, o mais fraco. 

É isso aí.

Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #A [CdC-C1-11A]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 1

Não havia ponto onde não existisse aquele “PODER CRIATIVO da MENTE DIVINA”. Percebi que a mente humana originava-se da DIVINA MENTE CRIATIVA, mas que era somente uma vela iluminada pelo Sol.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #A.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Não havia ponto onde não existisse. Haver ponto, o que quer dizer isso? Não havia ponto. Não é ponto de ônibus, claro, é ponto de algum lugar para ficar.
Ponto é quando você olha uma imagem, você pode ver um ponto, uma imagem feita de milhares de pontos. Então, podíamos substituir a palavra ponto por lugar. Não existia nenhum ponto, nenhum lugar que não existisse aquele poder criativo, ou seja, a presença do poder criativo em toda parte.
Então, ele diz, não havia lugar, ponto, onde não existisse aquele, entre aspas, e tudo em maiúsculas, letras maiúsculas, poder criativo da mente divina. Embora separando o poder criativo, separado da mente divina pela palavra da, mente divina. São duas coisas, a mente divina e o poder criativo.
Então, aquele poder criativo, a gente não sabe, o poder criativo não é uma coisa que se possa ver e olhar, mas é o saber que ele existe. Não havia lugar onde não existisse aquele poder criativo, o poder de Deus. Deus está criando todas as coisas.
E ele diz da, mente, da, quer dizer, não é na mente, é da mente. Importante entender esse detalhe, que não é da mente, não é na mente, era da. Da implica origem, originado na mente divina.
Não era um poder na mente, é da, originado da mente, na mente divina. Na mente divina. Ele continua dizendo, perceber que a mente humana, aí já é a percepção do pedacinho do ser humano, a mente humana.
Então, o que ele percebeu em relação a mente humana? Que essa, mente humana, originava-se, vinha, era proveniente, tinha sua origem. Ela não existiu assim, acabou e está aí presente. Ela tinha uma origem dentro, originava-se da divina mente criativa.
Esse poder criativo que está na mente de Deus, ele troca, inverte os termos aqui para dizer sim, divina mente criativa. Ou seja, da mente de Deus, criativamente agindo, ele criou a mente humana. Aí ele compara, ao mesmo tempo, finaliza dizendo, mais que essa mente humana, ela era somente, o que ela era? A palavra que aparece aqui agora é bem poética e significativa.
Ele diz assim, era somente uma vela iluminada pelo sol. Você já conseguiu enxergar uma vela? Você tem uma vela, você pode brincar, dizer, bom, vou acender. Se está na escuridão total, você não enxerga nem a vela.
Mas, na medida que você acende a vela, aquela luzinha da vela, ela ajuda a iluminar o ambiente, e dá para você enxergar até a vela, porque aquela luz da vela está iluminando o ambiente também. Mas é uma luz pequena, mas na escuridão total, é uma grande luz, relativamente falando. Agora aqui ele compara que essa luz, essa vela iluminada, a mente criativa iluminando a mente humana, então a mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Então essa vela iluminada pelo sol não era a vela própria que estava iluminando ela mesma. A vela estava sendo iluminada pelo sol, o sol estava iluminando a mente. Mas a potência, a força, a claridade do sol é bem maior do que qualquer vela, não é isso? Então, ele diz que aquela vela, a mente humana era uma vela iluminada pelo sol.
Só para dizer que se você, na claridade total, se você meio dia acender uma vela, aí a comparação agora é diferente, você está meio dia, está com a claridade total, aí está no aberto, aí você acende uma vela, aí você parece até que a vela não foi acesa, acendeu sim, consegue enxergar a chama da vela, porque é um ponto forte de intensidade de luz, onde está acesa, mas não vai fazer muita diferença aquela vela iluminar ela mesma, diferente de quando você viu a vela na escuridão. Na escuridão, não tinha luz, então ela iluminou tudo. E aqui diz que essa mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Ou seja, embora ela possa ter uma luzinha, que é a luz da própria vela, ela é iluminada pelo sol, ela recebe essa luz toda do sol. Então, nós somos assim, então a expressão de que nós somos assim, ou seja, nós, nossa mente humana, por mais que tenhamos essa luz, a luz de Deus é muito mais intensa, muito maior do que tudo isso. Isso provém do poder criativo da mente divina.
Amém? Vamos lá depois, continuar depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)