segunda-feira, 14 de maio de 2018

Carta-1: página-12: #A [CdC-C1-12A]


PÁG 12 - PARÁGRAFO 1

Tendo “visto” tão claramente, para além de toda a discussão, que o Poder Criativo da MENTE UNIVERSAL estava em todo lugar, no infinito do céu e ativo dentro de formas terrenas, fui impulsionado interiormente a olhar ao meu redor. Olhei e vi apenas cascalho e pedra. Então, subitamente me foi apresentada a imagem de uma bela paisagem, na qual crescia todo tipo de plantas, arbustos e árvores, aves sobrevoando as árvores e animais pastando na relva. Assistindo a esta visão com admiração, “vi” que as plantas e árvores, cada uma delas – e sim, mesmo os pássaros e os animais – na realidade eram compostos de centenas de infinitas comunidades de minúsculas entidades trabalhando sem parar (seus cientistas modernos as chamam de “células”), em um espírito de total harmonia e cooperação, para produzir a substância e os diversos órgãos dos sistemas internos e o aspecto exterior das entidades vivas e completas.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO ces: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 12 - Parte #A.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Jesus começa esse parágrafo dizendo, tendo visto, é a palavra visto, está escrita entre aspas. Por que entre aspas? Porque é uma visão interior, não é a visão com os olhos humanos. O que que ele viu? Ele viu tão claramente, como disse, quando ele dei, sei lá, para além de toda a discussão. 

E por que toda a discussão? Claro que não tem um discurso aqui, alguém discutindo, mas a ideia de discussão é quando muitas pessoas opinam, dão a sua opinião e que diferenciam umas das outras, às vezes. Então, a discussão é isso. Então, além de toda discussão, tudo que se poderia dizer, ele disse, o que que ele viu? Que o poder criativo, o poder criativo da mente universal, a palavra poder criativo está em negrito, e da mente universal também, e a palavra mente universal também está em letras maiúsculas, poder criativo da mente universal.

Então, esse poder é criativo, porque tem uma criatividade que gera coisas novas o tempo todo. E a mente universal, já vimos que é a mente de Deus. Deus é a mente universal.

Nós chamamos Deus. Então, o que que ele estava vendo? Ele estava em todo lugar. Então, esse poder criativo, essa mente universal, estava em todo lugar. 

E olha que ele viu isso claramente, não é ofuscamente, claramente. Estava em todo lugar. Onde é todo lugar? Todo lugar é a maneira de dizer que não existe nenhum lugar que não esteja.

É todo, todo, né? A expressão, embora a gente não pode abarcar, enxergar todo o universo, mas, claro, Cristo, tendo essa visão, diz, olha, não tem nenhum lugar que ele não esteja. No infinito do céu, é um lugar, é esse, e ativo. Ele falou no infinito do céu, quer dizer, o céu é infinito.

E ativo dentro de formas humanas. Já as formas humanas são coisas minúsculas comparado com o universo. Mas, dentro de cada forma humana, essa mente universal estava lá.

E o que aconteceu com Jesus? Ele disse, fui impulsionado interiormente a olhar o meu redor. Então, ele tendo a visão já interior, ainda mais recebe esse impulso interior para olhar, enxergar com esses olhos, do qual ele tem visto. E olhou, e o que é que ele viu? Olhei e vi apenas cascalho e pedra.

A palavra cascalho e pedra representa uma coisa sem vida, um lugar onde não tem vegetação. Cascalho e pedra. Então, foi a primeira visão.

E, de repente, então, subitamente, me foi apresentado a imagem de uma bela paisagem. Então, primeiro ele vê o cascalho e pedra, o vazio, e agora, subitamente, de repente, ele aparece na sua visão essa imagem de uma bela paisagem na qual crescia todo tipo de plantas, arbustos e árvores. E continua, aves.

Então, a vegetação já criou, então, aves sobrevoando as árvores e animais pastando na relva. Então, já não tem mais o cascalho e a pedra. E ele continua assistindo a esta visão com muita admiração.

Vi, vi, entre aspas, também, quer dizer, a pontuação, um olhar interno. O que é que ele viu? Vi que há plantas e árvores, cada uma delas. E, sim, mesmo os pássaros e os animais. 

Então, viu as pássaros e disse, também, incluindo os pássaros e os animais, na realidade, o que eram essas coisas? Eram compostos de centenas, de infinitas comunidades de minúsculas entidades. É coisa que a gente não enxerga. Você olha um pássaro, uma planta, você só vê isso, esse vulto do pássaro e a planta. 

Mas ele, olhando, a sua visão já consegue ver por dentro do pássaro, por dentro da árvore, essas minúsculas comunidades. Infinitas comunidades. Centenas de infinitas.

Como assim, centenas de infinitas? É uma multiplicação ainda para além do que se enxerga. Centenas de infinitas. Para dizer milhares, bilhões.

Na verdade, nós, seres humanos, o nosso corpo tem cerca de 5 bilhões de células. Bom, essas minúsculas entidades trabalhando sem parar. A palavra trabalhando é muito importante aqui.

Essas células estavam trabalhando, fazendo alguma coisa. É o seu trabalho, né? Para produzir o próprio corpo, o funcionamento dele sem parar. Aí ele bota em parênteses a explicação.

Seus cientistas modernos as chamam de células. Entre aspas, células. Quer dizer, só para realçar as células, nós chamamos isso de células.

Essas bichinhos, entre aspas, bichinhos, que estão vivas dentro de nós. E todas elas em um espírito de total harmonia. Olha que coisa linda.

Esse espírito de total harmonia. Todas fazendo sua parte, seu trabalho. Cada um do seu jeito.

Quem vai produzir osso, continua formando osso. Quem vai formar cabelo, continua formando cabelo e etc. E cada um formando a parte que lhe cabe.

Em harmonia, cooperação para produzir a substância e os diversos órgãos dos sistemas internos. Ok? Então, cada célula, cada grupo de célula faz a sua parte e vai produzir o coração, vai produzir o fígado para produzir a pele, para produzir os pelos, e por aí vai. Para produzir a substância e os diversos órgãos dos sistemas internos e o aspecto exterior, ou seja, o lado de fora, que é o pelo, a aparência, das entidades vivas e completas.

Não é complexas, é completas. Vivas e completas. Cada uma está completa.

Até uma formiguinha tem as milhares de células que trabalham dentro de uma formiguinha para que a formiguinha possa se movimentar, ser o que é. Então, ok.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sábado, 12 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #J [CdC-C1-11J]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 10

Percebi que, em qualquer dimensão da existência, era a MENTE – a inteligência manifestada – que era o fator mais importante no que se refere à criação e ao homem em si. De modo que se deve reescrever o Gênesis assim: Antes da criação – era a MENTE UNIVERSAL – o Poder Criativo dentro e por trás da criação em si.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #J.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

O Cristo Jesus nos fala aqui de outra percepção que Ele teve. Ele diz, percebi que em qualquer dimensão da existência, vocês sabem que nós vivemos em uma dimensão, identificada por nós mesmos como terceira dimensão, mas que sabemos que existem outras dimensões, da qual vivem outros seres, outras entidades que nós não conhecemos. Então, nós estamos presos dentro da dimensão.

Quando morremos fisicamente, a gente passa para outra dimensão. E Jesus diz, em qualquer dimensão da existência, qualquer que seja, era a mente. Era, quer dizer, existia a mente.

E o que é a mente? Ele diz, é a inteligência manifestada. A inteligência. Mas de onde vem essa inteligência? Quem é que está a inteligência? É a inteligência em si.

E Ele diz que era o fator mais importante, essa mente, no que se refere à criação e ao homem. As duas coisas. A criação de tudo que existe e ao homem, que somos nós.

O homem em si, quer dizer, a pessoa humana. E aí dá um lance aqui interessante. Ele diz, de modo que se deve reescrever o Gênesis.

Gênesis com letra maiúscula. A primeira letra maiúscula. Então, o Gênesis, o que é Gênesis? Bom, deve se referir ao livro da Bíblia.

O primeiro livro da Bíblia, que fala da criação divina. Então, ele diz, deve-se reescrever o Gênesis assim. Assim, quer dizer, o Gênesis como é que começa? No princípio, Deus criou o céu e a terra e etc.

E ele diz, deve-se reescrever assim. Antes da criação, antes que Deus criasse todas as coisas, antes da criação, era a mente universal. Quer dizer, já existia a mente universal.

Desculpe. Então, o que é essa mente universal? É a inteligência divina. Então, a palavra mente universal está toda em letras maiúsculas.

Então, antes de qualquer coisa, existia a mente universal. Que é também identificado, aqui está com letras todas negritas, que é o poder criativo dentro e por trás da criação em si. Aqui, Cristo gosta de usar essa palavra dentro e por trás.

Quer dizer, é uma causa e efeito já ao longo do processo. Porque o antes, dentro, é uma coisa que passa a existir no contexto, funcionando. E o atrás de si, quer dizer, antes de que esse processo passe a existir, existe já uma outra coisa que permite que isso funcione.

Que ele identifica aqui como a mente universal. Então, essa palavra mente universal, ele quer se aplicar exatamente a Deus. A que nós chamamos Deus.

Ok.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sexta-feira, 11 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #I [CdC-C1-11I]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 9

Compreendi que as pessoas davam grande importância à individualidade e à forma. Elas não podiam imaginar uma mente ou inteligência operando de modo efetivo senão por meio da forma individual. Por isso, os Judeus haviam criado uma imagem mental de um imenso ser supremo, tendo todos os atributos positivos e negativos do ser humano. Desta forma era possível para os profetas acreditarem em – e falarem da – ira de Jeová, ameaças e castigos e da vinda de enfermidades e pragas em resposta à desobediência humana. Mas percebi que estas imagens mentais eram mitos. Elas não existiam.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #I.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Jesus nos traz aqui uma grande compreensão que ele teve. Ele começa dizendo, compreendi, e termina dizendo, elas não existiam. Que coisa é que ele compreendeu que essas coisas não existem? Vamos ver.

Ele diz, compreendi que as pessoas davam grande importância à individualidade e à forma. A individualidade é aquilo que faz cada pessoa ser o que é, assumindo o que é. Depois ele vai explicar que isso é uma tarefa do ego. O ego de cada pessoa faz com que a pessoa se sinta realmente um indivíduo, uma individualidade.

E a forma é a maneira como ela se expressa. Se é masculino, feminino, gente, homem, animal, uma coisa. Então, ele compreendia que isso era importante para as pessoas.

As pessoas viam que isso era importante, a individualidade e a forma. Agora, o outro lado, ele vai mostrar agora. Ele diz, elas não podiam imaginar uma mente ou inteligência fora dessa individualidade e forma.

Ou seja, operando de modo efetivo, senão por meio da forma individual. Ou seja, então, se o normal era que as pessoas tivessem uma individualidade, cada um era um e tem uma maneira de se apresentar, então, por um lado, fora dessa forma, não podia existir outra coisa. Elas não podiam imaginar uma mente ou inteligência que pudesse existir fora dessa individualidade e forma.

De modo efetivo. Então, tinha que ter uma forma na imaginação dessas pessoas. E ele diz, por isso, os judeus haviam criado.

Aí já é criação humana. O que é que os judeus criaram? Ora, se não pode existir uma inteligência sem um indivíduo e sem uma maneira, então, atribuir para Deus essa maneira de pensar. Os judeus haviam criado uma imagem mental de um imenso ser supremo.

Então, Deus devia ser um indivíduo enorme, de uma forma, não sei como, entendeu? Para poder ter a mesma coisa que um ser humano tem inteligência e forma. Tendo todos os atributos positivos e negativos do ser humano. Então, eles passaram para Deus essa ideia de um Deus humano, embora gigantesco, sei lá, que era essa individualização e essa forma.

Os judeus haviam criado uma imagem mental, só no pensamento, de um imenso ser supremo. Agora, com todas as coisas positivas e negativas que um ser humano tem, se o ser humano é bom, se o ser humano é ruim, então, Deus também devia ser assim. E ele disse, desta forma, era possível para os profetas, então, aqueles que falavam em nome de Deus, que chamamos profetas, ele acreditar, e Jesus disse, e falarem dar, acreditar, porque você podia acreditar e não falar, mas eles acreditavam e falavam.

As duas coisas. A chamada ira de Jeová, aqui traduziria por a ira de Deus, mas a palavra Jeová era usada no contexto do Antigo Testamento, porque Deus se revelou como aquele que é. Então, a tradução seria Jeová, embora, já explicamos, mais tarde, a igreja achou que essa literação não estava perfeita, então, o ideal seria Javé. E aqui, Cristo, nas cartas dele, ele veio usar a palavra, pelo menos nessa tradução para o português, autorizada pela editorial, ela traduz a palavra como Jeová.

Não sei se em outros idiomas isso varia, mas, tudo bem, a ira de Jeová, ou a ira de Deus. Então, Deus é um ser capaz de ficar irado, irritado, contra o quê? Porque, já que ele é um ser, um indivíduo que tem forma e individualidade, por isso a inteligência está nele, por causa disso, então, ele é capaz de se irritar, de ficar irado, e fazer ameaças, e fazer castigos, e aí vem toda a coisa negativa que depois traz, essa coisa atribuída a Deus, no sentido que, ele irado, vai trazer castigos, e dá vinda de enfermidades e pragas, em resposta à desobediência humana. Então, se o ser humano, em relação a esse Deus, não se comporta direitinho, então, esse ser, essa inteligência, seria capaz de trazer castigos e enfermidades, por conta disso, já que ele era igual a nós.

Erro gravíssimo, né? Mas, Jesus diz aqui, percebi que estas imagens mentais eram mitos. O que é um mito? Um mito é uma criação humana inventada, alguém criou essa história, e ela passa a ser reproduzida por todos, ou acreditada por todos, que a conhecem, e passam a acreditar do mesmo jeito. Isso é um mito, né? E ele conclui dizendo, elas não existiam.

Elas sim, estas imagens mentais. Deus não é assim. Então, aquilo que chamamos de Deus, o ser supremo, então, é uma atribuição errada sobre Deus.

E Jesus, então, nas suas cartas, vem exatamente corrigir isso, para todos nós, para toda a humanidade.



Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


quinta-feira, 10 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #H [CdC-C1-11H]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 8

A Consciência era a Vida e a Vida era a Consciência e ambas eram o “Poder Criativo”, “MENTE UNIVERSAL DIVINA” mais além, dentro e por trás do universo.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #H.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Mais uma vez, Jesus continua quase que repetindo o que ele disse anteriormente. A consciência era a vida e a vida era a consciência. Ou seja, a identificação entre as unidades, entre as duas coisas.

Consciência e vida. Claro que não é uma consciência qualquer. Uma consciência com C maiúsculo.

E vida também com V maiúsculo. Porque também não é uma vidinha qualquer. É a origem da vida.

Então, consciência e vida são a mesma coisa. E essas ambas coisas, é o que ele disse, ambas eram, entre aspas, e em negrito, poder criativo. Fecha aspas.

E isso iguala a um outro termo também, entre aspas, mente universal divina, ainda mais com letra maiúscula e em negrito, todas com letra maiúscula, porque quer se referir ao nome de Deus, à pessoa que nós chamamos Deus. O ser, por excelência, que mantém tudo funcionando. Mente universal divina.

Então, tudo isso, consciência e vida, é essa mente universal divina. E onde está essa mente? Está lá no céu? Está distante? Não. Essa mente está além, mais além, dentro e por trás do universo.

O universo que a gente vê, dentro do universo e por trás do universo. Quer dizer, difícil para a gente imaginar o que seria um por trás do universo. Mas, por trás, quer dizer, está na origem.

Alguém que criou o universo, então, é o por trás do universo. Então, se o universo está aí, é porque alguém quis que ele estivesse. Quem quis, foi essa mente universal divina, porque é um atributo de Deus.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


quarta-feira, 9 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #G [CdC-C1-11G]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 7

Portanto, toda forma exterior era uma expressão da consciência interna. | Compreendi que a VIDA e a CONSCIÊNCIA eram a mesma coisa. |  Era impossível dizer “Isto é VIDA” e “Aquilo é CONSCIÊNCIA”.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #G.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Chegamos a um ponto em que existem três frases. Poderia ser considerado três parágrafos, mas eu resolvi deixar todos unidos para apresentá-los juntos. Ele começa dizendo, portanto, toda forma exterior era uma expressão da consciência interna.

Quer dizer, aquilo que se vê por fora tem algo de dentro, da expressão da consciência interna, daquilo que não vê, não se vê, que é a consciência interna. Então ele faz essa questão de falar na consciência interna. Agora, interna a que coisa? Se olhar na ótica de Jesus Cristo, a pessoa dele, será que é essa consciência interna dentro dele? Não, mas ele quer dizer que a forma exterior de todas as coisas é uma expressão do que há, existe dentro delas.

Todas as coisas têm algo de fora que você vê e tem algo dentro delas que faz elas serem assim. Ele chama aqui a consciência interna. O segundo parágrafo diz, compreendi que a vida, a palavra vida está entre todas com letras maiúsculas e a consciência, também todas as letras da palavra consciência estão com letras maiúsculas.

Ele diz, compreendi que a vida e a consciência, o que eram? O que são essas coisas? Eram a mesma coisa. Aí essa frase é complementada pelo terceiro parágrafo onde ele diz, era impossível dizer isto é vida, isto é vida, entre aspas, isto é vida, e entre aspas, aquilo é consciência. Isso é uma coisa, aquilo é outra coisa, é uma consciência.

Está tudo unido. Todos nós temos uma vida, mas essa vida vem de Deus. Tenho consciência, mas a consciência é parte da única consciência de Deus que sabe tudo e nos deixa conscientes.

Ela está se expressando internamente para criar a forma externa. Vida, consciência e a vida é a mesma coisa. Então se Cristo tem essa compreensão, você agora pode, e nós todos podemos aprender isso.

E dizer no nosso dia a dia, que vida e consciência é a mesma coisa. Não tem mais essa separação do que a vida e a consciência. Embora a gente não saiba direito como distinguir uma coisa da outra.

Para ele, é uma tarefa que para ele se tornou fácil. Onde ele diz, era impossível dizer que isto é vida. Porque para nós, os animais, isto é vida.

A gente não consegue juntar as duas coisas. Isto é consciência. Então, no grau de intimidade com Deus, que ele estava vivendo a experiência no deserto, ele disse, era impossível dizer, isto é vida e aquilo é consciência.

Não, a consciência está na vida e a vida está na consciência. É tudo uma coisa só. Hoje você pode dizer assim, Deus está em toda parte.

Deus está em tudo, é Deus. Você pode dizer isso também, é a mesma coisa. Tudo é vida, eu estou vivo.

Então, Deus está vivo em você. Eu estou consciente. Deus está consciente em você.

Então, essa experiência de Cristo conseguiu vivenciar esse grau de elevação da perfeição da realidade, onde se tornou impossível dizer, isto é vida e aquilo é consciência. Então, aqui, ele está falando deste fato. Vida e consciência eram a mesma coisa e continuam sendo.

São a mesma coisa.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


terça-feira, 8 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #F [CdC-C1-11F]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 6

Compreendi que não havia nada sólido no universo, que tudo o que era visível estava manifestando um “estado de consciência” diferente, que determinava a composição e a forma do “cintilar das partículas”.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #F.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Nesse parágrafo, o Cristo retoma a afirmação fantástica de que nada existe sólido no Universo. Ele diz, compreendi que não havia nada sólido no Universo, embora para nós, a gente vivencie a experiência, as experiências da solidez das coisas, porque nós estamos em um nível de interação com essas coisas, bem diferente, então, se você tem um imã, o imã consegue atrair ou repelir as coisas, então, quando você toca na solidez, você está sendo repelido para que não avance, não penetre naquela matéria, mas Jesus diz, compreendi que nada havia de sólido, então, essa é a verdade que devemos acatar, nada é sólido, mas o que faz ela parecer ser tão sólida assim, o que está acontecendo para que a gente veja e sinta que é tão sólido, ele diz que em cada uma das matérias está tudo que era visível, tudo que você vê, estava manifestando um estado de consciência, então, esse estado de consciência, você pode dizer assim, da matéria e da pessoa que está nessa consciência, como todos nós concordamos que tudo é duro, ou fraco, ou mole, sei lá, então, elas agem dessa forma, é esse estado de consciência, diferente, tudo estava manifestando um estado de consciência diferente, diz o Cristo, que determinava, então, esse estado de consciência é quem vai determinar como é que deve ser, determinava a composição e a forma do cintilar das partículas, aí volta a palavra, cintilar das partículas, novamente, entre aspas, essa vibração que elas têm, que chamam de cintilar das partículas, então, é uma química muito profunda aqui, não é verdade? Mas é isso.

Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


segunda-feira, 7 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #E [CdC-C1-11E]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 5

Foi naquele momento que compreendi o poderoso efeito que a CONVICÇÃO ou a FÉ inquebrantável tinham sobre o ambiente, ao exprimir um comando ou mesmo uma crença. E ainda mais impressionante foi a abertura de minha mente, a compreensão em “consciência cósmica” de que tudo o que havia testemunhado era realmente o “Poder Criativo” da Própria Mente Divina tornada visível no “cintilar das minúsculas partículas”. Além disso, a aparência de tudo poderia ser profundamente afetada pela atividade do pensamento humano.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #E.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Jesus continua aqui, dizendo sobre a questão da convicção. Ele diz, foi naquele momento que compreendi o poderoso efeito que a convicção, que também é chamada a fé inquebrantável, tinha sobre o ambiente. Essa compreensão é muito importante na vida de Cristo, e que agora Ele passa essa experiência para nós.

Então nós podemos também acreditar nisso. A compreensão que Ele teve dessa convicção e o que ela faz. Essa fé tinha sobre o ambiente.

Qual é o ambiente? Tudo aquilo que está ao nosso redor é o nosso ambiente. Ao exprimir um comando, exprimir quer dizer, se dá o comando, fala, pensa, elabora o comando. Ou mesmo uma crença.

Então toda crença é um comando de acreditar ou não acreditar, enquanto você vai fazendo as coisas. Se você acredita que botar o dedo na água quente queima, vale queimar. Se pensa que não queima, pode não queimar.

Está maluco, né? Mas é verdade. Tinha sobre o ambiente. E ainda mais impressionante foi a abertura de minha mente.

A abertura de minha mente. Quantos de nós temos, pessoas têm, uma mente, nós chamamos assim, fechada. Mente fechada quer dizer aquela mente que sabe as coisas, que aprendeu, e fica só nisso, não dá abertura para novos conhecimentos, se a mente é fechada.

Ao mesmo tempo que você ouve uma palestra, ouve uma coisa, você vai abrindo sua mente, para novas informações. Porque tem gente que abre a mente só para as coisas, digamos, de uma novela, de um filme no comercial da televisão, e fica só nesse campo. Mas aí, impressionante foi a abertura de minha mente.

A compreensão em consciência cósmica. E aí que a palavra consciência cósmica está entre aspas. Consciência cósmica.

Olha, consciência cósmica, você já tem uma abertura para entender as coisas do cosmos. Consciência cósmica. Porque você tem uma consciência pequena, restrita ao mundo que você está, ao ambiente que você está vivendo, é uma coisa.

Compreender o universo, o cosmos, você tem que ter essa consciência cósmica, saber que tudo que Deus criou, tudo que está aí, compreensão em consciência cósmica de que tudo que havia testemunhado, tudo que havia testemunhado, ele viu, ele é uma testemunha. Ele presenciou, ele vivenciou. Tudo isso era realmente o poder criativo.

A palavra poder criativo está entre aspas e é inegrito. Poder criativo já se refere ao poder de Deus. Algo que nós chamamos de Deus.

É esse poder que só as palavras sozinhas não dá para dizer o que é. Poder criativo. E continua. Da própria mente divina.

Então esse poder, a palavra própria mente divina está inegrito. E as letras começam em maiúsculos. Maiúsculo, própria, maiúsculo, mente, letra maiúscula e divina.

Começa com a letra maiúscula. E tudo isso de que forma? Tornada visível. Tornada visível esse poder.

Onde que estava visível? Naquele cintilar das minúsculas partículas. Então você não estava vendo um poder divino, uma catástrofe acontecendo, uma coisa no céu gigantesca acontecendo, um raio de luz, tipo um amanhecer, um anoitecer, uma coisa gigantesca. Mas no cintilar das minúsculas partículas.

E a palavra cintilar das minúsculas partículas vem estar entre aspas, porque esse cintilar já não era só um cintilar, um brilhozinho das partículas. Era algo mais. Mas que estava ali.

Quando você via, presente, estava dando esse testemunho. Mostrando esse poder. Porque estava tornada visível.

E ele continua terminando. Além disso, a aparência. A palavra aparência está em negrito.

Porque é uma aparência refletindo, mostrando que o que você vê, como diz tudo é onda, mas ela se apresenta nas formas sólidas que nós podemos enxergar. Então, essa aparência de tudo poderia ser profundamente afetada. Mesmo essa aparência, de tudo que estava, podia ser afetado.

Então, o ser humano tinha esse poder sobre afetar toda a natureza? Além disso, a aparência poderia ser afetada por quem? Quem que vai afetar essa aparência das coisas? É Deus que vai afetar, transformar? Sim, também. Mas, também, a atividade do pensamento humano. Olha que extraordinário.

A atividade do pensamento humano afeta a aparência das coisas. E aí tem uma grande verdade para a ciência vivenciar isso ao longo dos séculos futuros. Mas isso é uma grande verdade.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)