sexta-feira, 4 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #B [CdC-C1-11B]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 2

Às vezes, minha visão humana era tão espiritualmente elevada que eu podia ver através das pedras, da terra e da areia. Estas agora pareciam ser simplesmente “minúsculas partículas de brilho cintilante”.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #B.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Aqui aparece um detalhe muito interessante dessa experiência de Cristo no deserto. Ele diz, às vezes, porque às vezes, porque isso se repetiu mais de uma vez, então não era uma vez, foi às vezes, minha visão humana, a visão humana. O que que é a visão humana? Aquilo como consegue enxergar com seus próprios olhos, com os olhos da face, realmente, a visão interior, a visão dos olhos mesmo, a visão humana.

Minha visão humana era tão espiritualmente elevada, e aí envolve o grau da espiritualidade, espiritualmente elevada, que eu podia ver através das pedras, da terra e da areia. Nos desenhos animados, você botaria uma visão de raio-x, como se indica para o super-homem, né? Ficticiamente falando, né? Mas aqui ele tinha essa visão elevada que podia ver através das pedras. Você vê uma pedra, você vê uma pedra sólida, não deixaria a visão passar, mas via através das pedras, através da terra e através da areia, as três coisas que ele enxergava e via que a visão dele atravessava.

Estas coisas, pedra, terra, pareciam ser simplesmente, "minúsculas partículas de brilho cintilante". Então, ele estava tendo uma visão, olhando para as pedras, a pedra, a terra e a areia pareciam ser, como disse, minúsculas partículas de brilho cintilante. É um brilho cintilante, aquela coisa que acende e apaga, acende e apaga, né? Quer dizer, um pouco nesse sentido, não é que sempre, apenas, mas o cintilar vem, é nesse sentido, o mais forte, o mais fraco. 

É isso aí.

Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


quinta-feira, 3 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #A [CdC-C1-11A]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 1

Não havia ponto onde não existisse aquele “PODER CRIATIVO da MENTE DIVINA”. Percebi que a mente humana originava-se da DIVINA MENTE CRIATIVA, mas que era somente uma vela iluminada pelo Sol.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #A.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Não havia ponto onde não existisse. Haver ponto, o que quer dizer isso? Não havia ponto. Não é ponto de ônibus, claro, é ponto de algum lugar para ficar.
Ponto é quando você olha uma imagem, você pode ver um ponto, uma imagem feita de milhares de pontos. Então, podíamos substituir a palavra ponto por lugar. Não existia nenhum ponto, nenhum lugar que não existisse aquele poder criativo, ou seja, a presença do poder criativo em toda parte.
Então, ele diz, não havia lugar, ponto, onde não existisse aquele, entre aspas, e tudo em maiúsculas, letras maiúsculas, poder criativo da mente divina. Embora separando o poder criativo, separado da mente divina pela palavra da, mente divina. São duas coisas, a mente divina e o poder criativo.
Então, aquele poder criativo, a gente não sabe, o poder criativo não é uma coisa que se possa ver e olhar, mas é o saber que ele existe. Não havia lugar onde não existisse aquele poder criativo, o poder de Deus. Deus está criando todas as coisas.
E ele diz da, mente, da, quer dizer, não é na mente, é da mente. Importante entender esse detalhe, que não é da mente, não é na mente, era da. Da implica origem, originado na mente divina.
Não era um poder na mente, é da, originado da mente, na mente divina. Na mente divina. Ele continua dizendo, perceber que a mente humana, aí já é a percepção do pedacinho do ser humano, a mente humana.
Então, o que ele percebeu em relação a mente humana? Que essa, mente humana, originava-se, vinha, era proveniente, tinha sua origem. Ela não existiu assim, acabou e está aí presente. Ela tinha uma origem dentro, originava-se da divina mente criativa.
Esse poder criativo que está na mente de Deus, ele troca, inverte os termos aqui para dizer sim, divina mente criativa. Ou seja, da mente de Deus, criativamente agindo, ele criou a mente humana. Aí ele compara, ao mesmo tempo, finaliza dizendo, mais que essa mente humana, ela era somente, o que ela era? A palavra que aparece aqui agora é bem poética e significativa.
Ele diz assim, era somente uma vela iluminada pelo sol. Você já conseguiu enxergar uma vela? Você tem uma vela, você pode brincar, dizer, bom, vou acender. Se está na escuridão total, você não enxerga nem a vela.
Mas, na medida que você acende a vela, aquela luzinha da vela, ela ajuda a iluminar o ambiente, e dá para você enxergar até a vela, porque aquela luz da vela está iluminando o ambiente também. Mas é uma luz pequena, mas na escuridão total, é uma grande luz, relativamente falando. Agora aqui ele compara que essa luz, essa vela iluminada, a mente criativa iluminando a mente humana, então a mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Então essa vela iluminada pelo sol não era a vela própria que estava iluminando ela mesma. A vela estava sendo iluminada pelo sol, o sol estava iluminando a mente. Mas a potência, a força, a claridade do sol é bem maior do que qualquer vela, não é isso? Então, ele diz que aquela vela, a mente humana era uma vela iluminada pelo sol.
Só para dizer que se você, na claridade total, se você meio dia acender uma vela, aí a comparação agora é diferente, você está meio dia, está com a claridade total, aí está no aberto, aí você acende uma vela, aí você parece até que a vela não foi acesa, acendeu sim, consegue enxergar a chama da vela, porque é um ponto forte de intensidade de luz, onde está acesa, mas não vai fazer muita diferença aquela vela iluminar ela mesma, diferente de quando você viu a vela na escuridão. Na escuridão, não tinha luz, então ela iluminou tudo. E aqui diz que essa mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Ou seja, embora ela possa ter uma luzinha, que é a luz da própria vela, ela é iluminada pelo sol, ela recebe essa luz toda do sol. Então, nós somos assim, então a expressão de que nós somos assim, ou seja, nós, nossa mente humana, por mais que tenhamos essa luz, a luz de Deus é muito mais intensa, muito maior do que tudo isso. Isso provém do poder criativo da mente divina.
Amém? Vamos lá depois, continuar depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


terça-feira, 1 de maio de 2018

Carta-1: página-10: #I [CdC-C1-10I]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 8

Compreendi que aquele “Poder Criativo” que eu estava experimentando era infinito, eterno, universal, que preenchia todo o espaço além do céu, dos oceanos, da Terra e de todas as coisas vivas. Vi que AQUILO era o PODER MENTAL. Era o PODER CRIATIVO da MENTE.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #I.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

O Cristo Jesus continuou expressando as suas experiências dizendo compreendi essa compreensão que existe na mente quando você compreende alguma coisa, que tudo está sendo entendido por mais complexo que seja, o que é que ele compreendeu, o que é que ele entre aspas, poder criativo poder criativo, a humanidade está interessada porque é mais do que isso não é só um simples poder criativo algo mais vou usar essa palavra porque não tem outra para te falar e que ele estava experimentando entende esse poder criativo e o que era esse poder criativo? era infinito, como ele diz, três coisas para expressar a mesma ideia que são a infinitude, uma coisa imensa, e ao mesmo tempo a palavra eterno e a palavra universal três coisas enormes que a gente mal consegue entender ele fala, estava experimentando era infinito, era eterno, era universal e ao mesmo tempo preenchia todo o espaço que espaço é que preenchia? espaço que você pode imaginar ele fala assim, além do céu se você acha que o céu é grande então além desse céu grande o oceano, se acha que o oceano é grande então além do oceano a terra, se acha que a terra é grande, além da terra ou seja, era esse poder criativo ou seja, e de todas as coisas vivas, além dessas três coisas céu, oceano e terra todas as coisas vivas ele diz, vi que aquilo, a palavra aquilo está toda em letras maiúsculas aquilo, porque não é um aquilozinho qualquer aquilo, aquilo é isso, mas é um aquilo a aquilo quando você não tem palavras para dizer, o que é aquilo que eu estou vendo você usa a palavra aquilo, mas é um aquilo com todas as letras maiúsculas ok é uma coisa imensa, é uma coisa que não tem palavras mas você usa a palavra aquilo porque você tem que ter uma referência linguística para falar então aquilo era o poder mental o poder mental também está com letras maiúsculas porque ele diz que é algo além do que as palavras podem expressar o poder mental ele continua, era o poder criativo da mente aí outra palavra, era o poder criativo, também com letras maiúsculas poder criativo e separado separando essa palavra, poder criativo, você tem o adjunto da para separar o poder criativo da de alguma outra coisa, da mente, então tem a palavra mente e o poder criativo, então a mente é unicamente de Deus, também com letras todas maiúsculas, então para se referir a experiência do que ele está vivenciando então só existe uma mente, você fala que tem sua mente mas na verdade sua mente não é não é o seu cérebro, o cérebro não é a mente o cérebro é algo além da mente, do que está no seu crânio então e a mente é uma participação na única mente de Deus, só Deus tem assim, aquilo tem uma mente a mente divina aí tem poder, que é o poder mental e aí o poder criativo na mente e podemos dizer ainda apropriadamente, Deus é o que ele chama aqui, aquilo


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


segunda-feira, 30 de abril de 2018

Carta-1: página-10: #H [CdC-C1-10H]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 7

O que “vi”, compreendi e percebi quando estive no deserto. | Fui elevado dentro de outra dimensão de percepção consciente, que me permitiu ver a VERDADE com relação à vida e à existência. Vi, lúcida e claramente, o que era real e o que era falso no pensamento do homem.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #H.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Este parágrafo começa com o título em minúsculas, dizendo o que "vi". A palavra vi está escrita entre aspas. Vi, que é, representa uma visão que não é a visão normal com os olhos. É um outro tipo de visão, o ver sem os olhos. Então, é um vi que não viu, mas enxergou, viu de outra forma dentro da sua cabeça. Ele viu e compreendeu e percebeu quando estive no deserto.

Porque a visão dos olhos vai ver exatamente a paisagem, mas ele foi elevado em uma dimensão nova. Ele percebeu muitas coisas, como ele realmente diz aqui em diante no parágrafo. Fui elevado dentro de outra dimensão. Nós estamos, todos nós, vivendo na chamada, pelo menos se convencionou a chamar terceira dimensão. Terceira dimensão, porque nós vemos as três dimensões, altura, largura e profundidade. Então, essa se chamou terceira dimensão e tem outras dimensões que não estão nominadas, mas, ele diz, foi elevado dentro de outra dimensão.

Dimensão de que? De percepção consciente. Agora, quantas dimensões? Todas elas estão todas aqui, a gente não enxerga, né? Então, quando você consegue enxergar, tipo um cachorro que ouve mais do que a gente, está na dimensão, aquele pedaço que a gente não vê e etc. É complicado isso, mas é assim.

Ele foi elevado em outra dimensão de percepção. Uma dimensão de perceber, quer dizer, seus olhos, seus sentidos começaram a ver coisas dessa dimensão. E ele disse, uma percepção também que estava consciente. Ou seja, ele estava sabendo que estava consciente, que estava vendo realmente. Ok? E ele diz, o que me permitiu ver a verdade. A verdade com letras todas maiúsculas. E a verdade, também não é entre aspas, mas aqui verdade e verdadeira. A verdade com V maiúsculas, todas as letras maiúsculas. A verdade do que é realmente verdadeiro.

Ver a verdade. Então, eu posso ver a verdade, você pode ver a verdade. Então, Cristo conseguiu ver essa verdade. Me permitiu ver a verdade. Alguém pode dizer assim, isso é verdade. Fica no sentido de uma palavra. Eu posso ver a verdade. Então, é o ver, enxergar a verdade de uma maneira extraordinária. Agora, a verdade em relação a alguma coisa. Então, ele diz aqui, com relação a vida e existência. Porque a verdade é uma coisa muito ampla. Então, essa verdade em relação à vida e a existência.

Embora vida e existência são coisas unidas. Você não pode ter existência sem ter vida. Mas as coisas que estão, ele separa. Porque uma coisa é a vida. Então, a vida dá existência a alguém que tem essa vida. Ok? Então, ele diz em relação à vida e a existência.

Porque não é só a vida, não é só a existência. É a vida que está na existência, que faz existir alguma coisa. E o existir é um ser. Eu estou vivo, estou existindo. Então, quando você, fisicamente ou teologicamente, diz que Deus sustenta, Deus mantém tudo isso na existência. É o pensamento dele que cria tudo isso.

E ele diz, eu vi lúcida e claramente. Lúcida quer dizer uma imagem, a gente poderia dizer assim, traduzir lúcida por nítida. Mas lúcida é no sentido de uma luz. A palavra vem de luz. Você está vendo, quando você vê no escuro, você não enxerga tudo que você poderia enxergar. Então, está escuro. Quando você vê uma coisa lúcida, você está vendo uma claridade. Você está enxergando perfeitamente. Embora a palavra claramente também ajude a reforçar a palavra lúcida. De luz e clara. Então, ele diz, lúcida e claramente. 

O que era real e o que era falso.

Então, a palavra real e a palavra falso se contrapõem aqui nessa questão da visão. Uma coisa é a realidade, o real. Isso é realmente verdadeiro, é real. Ou isso é falso. Mas não é o que ele está vendo. Ele vê, ele vai dizer assim, eu vi o que era real e o que era falso.

Mas ele não está vendo uma visão falsa ou uma visão real. Vendo falso é no final da frase que ele vai dizer. O que era falso dentro ou no pensamento do homem. A pessoa humana, que é o homem, está representada aqui como a humanidade. Que é chamada o homem no singular. O homem é representante de toda a humanidade. Então, esse ser humano tem pensamentos. E Jesus conseguiu ver, nessa visão que ele foi levado, essa claridade que ele percebeu. O que era dentro do pensamento humano. O que é real, o que é falso. Coisa que nós não temos, às vezes. Ou, às vezes, normalmente não temos, né? Essa visão do que é real, falso, dentro até do nosso próprio pensamento. 

E Jesus percebeu isso, nessa dimensão que ele foi levado, a ver isso. Daí depois ele desce, ele vai ver como é que os seres humanos agem e etc. Ok? Vamos ver mais depois.


(Transcrito por TurboScribe.ai)


domingo, 29 de abril de 2018

Carta-1: página-10: #G [CdC-C1-10G]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 6

Esta gloriosa harmonia interior, paz e sensação de perfeita realização, nada mais precisando ser acrescentado àquele belo momento, era a própria natureza da Realidade – o Poder Criativo – dando Vida à criação e à existência.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #G.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

O Cristo Jesus continua ainda dizendo, nesta frase, um pouquinho a mais sobre o que ele sentiu naquele momento no deserto. Ele começou a sentir que estava no estado de paz. Esta gloriosa harmonia interior é o contrário daquele que diz quando você está agitado, está intranquilo, mas aqui está. Houve uma harmonia interior. E junto com isso vem a paz e vem a sensação de perfeita realização. Ou seja, o cara se sente completo, assim, no sentido de tranquilidade. Ele diz, nada mais precisando ser acrescentado a aquele belo momento. Ou seja, até aí tudo bem, não precisa mais de nada, já estou ótimo, está tudo beleza, nada mais precisando ser acrescentado. E ele diz que isto era a própria Realidade, a própria natureza da realidade. A palavra realidade tem R maiúscula e significa um outro nome para Deus. Era a própria natureza da realidade. O que é real? Ele é o real, a Realidade.

E acrescenta com uma explicação colocada entre dois traços O Poder Criativo. Deus é a realidade, também é o poder criativo com P maiúsculo, C maiúsculo. O Amando realmente é um substantivo masculino, um substantivo próprio. Essa é a realidade. E isso, esse poder criativo estava dando vida à criação e à existência. Toda criação precisa ter vida, não é verdade? Então, dando vida.  E a vida não é essa vida com V maiúsculo. Vida, Deus é vida. Ele dá a sua vida para a criação e toda a criação. Então, estava dando vida à criação, uma vida continuada. Deus não criou, não fez e acabou. Ele está fazendo isso o tempo todo. Ele está dando vida à criação e à existência. Então, porque elas têm vida, elas têm existência. Porque as existências estão vivas, estão vivendo.

É isso aí.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sábado, 28 de abril de 2018

Carta-1: página-10: #F [CdC-C1-10F]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 6

O QUE EU SENTI QUANDO ESTIVE NO DESERTO | Fui elevado no interior de uma luz radiante e me senti maravilhosamente vibrante, vivo e com poder. Eu estava cheio de êxtase e alegria e sabia, sem dúvida alguma, que AQUELE PODER era o verdadeiro Criador, do qual todas as coisas criadas haviam recebido o seu ser.

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #F.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Aqui começamos um novo título. O que eu senti quando estive no deserto? Então, a experiência de Cristo no deserto, a sua quaresma, ele vai contar aqui exatamente o que aconteceu. Ele começa dizendo, eu fui elevado no interior de uma LUZ RADIANTE. Então, ele foi conduzido ao deserto, foi cambaleando, mas lá de repente essa luz me envolveu e me senti maravilhosamente vibrante. Então, toda aquela luz se apoderou dele e ele diz, senti maravilhosamente vibrante, vivo e com poder. Isso aí é uma coisa que somente quem viveu pode dizer. Eu estava cheio de êxtase e alegria. Aí, coisas positivas acontecem nessa fase. ÊXTASE E ALEGRIA. Já não bastasse o êxtase, mas tem as duas coisas, e alegria. E sabia. O que ele sabia? Sem dúvida alguma, ele sabia que aquele poder, a palavra aquele poder está todas em letras maiúsculas referindo-se àquele nome que seria Deus, que a gente chamaria de Deus, que ele vai chamar com outro nome, e aqui tem aquele poder.

Sabia, sem dúvida nenhuma, que AQUELE PODER era o verdadeiro criador. Então, você sabe de dentro, você tem certeza que foi envolvido nisso, e aquele poder era o verdadeiro criador. Do qual, todas as coisas criadas haviam recebido seu ser.

Embora a frase está no passado, ou haviam recebido seu ser, embora a gente saiba que é um passado presente, não é? Não só receberam seu ser, como continuam recebendo. Mas aí a explicação é minha.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


sexta-feira, 27 de abril de 2018

Carta-1: página-10: #E [CdC-C1-10E]


PÁG 10 - PARÁGRAFO 5

Chegou o momento de compartilhar com as pessoas receptivas tudo o que eu senti, “vi”, percebi e compreendi. (Para ajudar as pessoas a abandonarem a velha imagem de uma “divindade” bíblica, evitarei me referir a “Deus” por essa palavra e vou usar uma terminologia projetada para ampliar sua mente, para abraçar aquilo que “realmente é” para além de toda forma terrena, cor, som, emoção e compreensão. Esta terminologia se tornará cada vez mais significativa na medida em que você for perseverando na meditação e na oração).

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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 10 - Parte #E.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Chegou o momento. Chegou o momento de quê? Agora, que importante, depois de uma... do início das Cartas, das Cartas, o texto que nós acompanhamos até aqui. Então, Cristo agora vai apresentar algo muito importante. Ele chegou ao momento de compartilhar com as pessoas receptivas, compartilhar aquilo que Ele vivenciou. Ele vai dizer tudo o que eu senti. Então, enquanto você tem uma experiência e você não conta para ninguém, aquilo fica oculto, fica como se não existisse para outras pessoas. E aqui, Cristo vai revelar algo muito importante, que nem os evangelhos sabem disso. Os evangelistas não sabiam disso, direito. Não sei até que ponto eles sabiam, mas não expressaram isso nos evangelhos.

O que Cristo sentiu e o que Ele, "viu", porque o ver, aqui não é o ver com esses olhos, é ver com outros olhos. Por isso que Ele "viu", mas sem ser uma visão simplesmente. Aí Ele diz ainda, percebi e compreendi. Você percebe e você compreende. Então, tudo o que Ele percebeu, o que Ele compreendeu, tudo o que Ele viu e sentiu. Quatro coisas importantes Ele vai compartilhar com a gente agora, a partir desse ponto da Carta.

O restante do parágrafo, abre um parênteses longo, para explicar algo sobre Deus. Então, já não é um assunto da Carta. É só uma explicação o que segue daqui para frente. Ou seja, ainda nesse parágrafo. Ele diz, para ajudar as pessoas a abandonarem a velha imagem de uma divindade bíblica. A "divindade" também está escrita em aspas, porque não é bem o divino que é apresentado pela Bíblia. Embora fosse nesse sentido. Então, as pessoas que acompanharam o Antigo Testamento, estão com essa velha imagem dessa divindade bíblica. Então, tudo que a Bíblia refere-se sobre Deus, é velho.

Ele diz, então, evitarei me referir a "Deus". A "Deus", também, aqui, "porque vai evitar se referir a Deus. Aquilo que nós chamamos de Deus, aqui. Aquilo que a Bíblia chama de Deus. Não é que está negando a divindade. Está projetando. Evitarei, aqui nas Cartas, Cristo, ele vai evitar chamar "Deus" de Deus. Embora, em muitas situações, ele não pode evitar totalmente. Para quê? Senão, a gente não vai compreender o que ele vai dizer. Então, evitarei, vai evitar, não vai abandonar por toda. Evitarei, me referir a 'Deus' por essa palavra. Então, vou chamar Deus de outra coisa, e não de Deus, nesse sentido. E vou usar uma terminologia, uma terminologia, quer dizer, um termo apropriado, projetado para ampliar sua mente. Então, para que você possa crescer na mente, você vai saber que esse Deus é algo mais. Então, como ele diz aqui, para ampliar sua mente, para abraçar aquilo que "realmente é". A palavra realmente é, também está entre assim, porque, o importante, ele vai usar uma palavra que você possa abraçar Deus.

Em vez de usar Deus, vai usar a palavra aquilo que realmente é. Então, em vez de você falar Deus, fala aquilo que realmente é. Ou seja, mesmo assim, se está entre assim, porque é impossível expressar aquilo que realmente é, apenas com as letras do alfabeto. Mas, ele diz, para abraçar aquilo que realmente é, para além de toda forma terrena. Então, uma coisa que está além de toda forma terrena. Você tem a forma terrena, o que é a forma? Aquilo que é um cachorro, um gato, um papagaio, um afro, tudo tem uma forma de ser. Além da sua cor. Quais são as cores que se conhece? Todas as cores do arco-íris, mas, imagine uma cor que você não viu ainda. Um som que você não viu ainda. Uma emoção que você não sentiu ainda. Uma compreensão que você nunca teve. Ou seja, vai falar de algo impossível. Então, nós temos cinco sentidos que nos trazem o mundo limitado para a nossa percepção, em função desses cinco sentidos. O que eles conseguem filtrar, nós percebemos que é o mundo. Então, ele quer falar de Deus, de algo que realmente é, além dessas limitações. 

Esta terminologia se tornará cada vez mais significativa. Sobre o Deus, a palavra que ele vai usar ainda não está revelada aqui ainda, mas você vai perceber depois. Essa terminologia se tornará cada vez mais significativa. Então, ao invés de falar de Deus, você vai falar daquele outro nome. Isso vai se tornando cada vez mais significativo para você, na medida em que você for perseverando na meditação e na oração. Então, são os dois pontos que você tem que se manter ligado. A meditação e a oração. Porque se você não meditar, não deixar que Deus penetre na sua mente, Ele mesmo vai falando, então as Cartas perdem o valor. Nesse sentido, porque ficaria só uma coisa humana e acabou. Ok?

Vamos aprofundar isso depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)