quinta-feira, 3 de maio de 2018

Carta-1: página-11: #A [CdC-C1-11A]


PÁG 11 - PARÁGRAFO 1

Não havia ponto onde não existisse aquele “PODER CRIATIVO da MENTE DIVINA”. Percebi que a mente humana originava-se da DIVINA MENTE CRIATIVA, mas que era somente uma vela iluminada pelo Sol.
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Fonte: CARTAS DE CRISTO - www.cartasdecristobrasil.com.br / Traduzido por Almenara Editorial.  www.almenaraeditorial.com.br
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ÁUDIO CES: Cartas de Cristo - Carta 1 - Página 11 - Parte #A.mp3
CARLOS comentando o trecho: 

Não havia ponto onde não existisse. Haver ponto, o que quer dizer isso? Não havia ponto. Não é ponto de ônibus, claro, é ponto de algum lugar para ficar.
Ponto é quando você olha uma imagem, você pode ver um ponto, uma imagem feita de milhares de pontos. Então, podíamos substituir a palavra ponto por lugar. Não existia nenhum ponto, nenhum lugar que não existisse aquele poder criativo, ou seja, a presença do poder criativo em toda parte.
Então, ele diz, não havia lugar, ponto, onde não existisse aquele, entre aspas, e tudo em maiúsculas, letras maiúsculas, poder criativo da mente divina. Embora separando o poder criativo, separado da mente divina pela palavra da, mente divina. São duas coisas, a mente divina e o poder criativo.
Então, aquele poder criativo, a gente não sabe, o poder criativo não é uma coisa que se possa ver e olhar, mas é o saber que ele existe. Não havia lugar onde não existisse aquele poder criativo, o poder de Deus. Deus está criando todas as coisas.
E ele diz da, mente, da, quer dizer, não é na mente, é da mente. Importante entender esse detalhe, que não é da mente, não é na mente, era da. Da implica origem, originado na mente divina.
Não era um poder na mente, é da, originado da mente, na mente divina. Na mente divina. Ele continua dizendo, perceber que a mente humana, aí já é a percepção do pedacinho do ser humano, a mente humana.
Então, o que ele percebeu em relação a mente humana? Que essa, mente humana, originava-se, vinha, era proveniente, tinha sua origem. Ela não existiu assim, acabou e está aí presente. Ela tinha uma origem dentro, originava-se da divina mente criativa.
Esse poder criativo que está na mente de Deus, ele troca, inverte os termos aqui para dizer sim, divina mente criativa. Ou seja, da mente de Deus, criativamente agindo, ele criou a mente humana. Aí ele compara, ao mesmo tempo, finaliza dizendo, mais que essa mente humana, ela era somente, o que ela era? A palavra que aparece aqui agora é bem poética e significativa.
Ele diz assim, era somente uma vela iluminada pelo sol. Você já conseguiu enxergar uma vela? Você tem uma vela, você pode brincar, dizer, bom, vou acender. Se está na escuridão total, você não enxerga nem a vela.
Mas, na medida que você acende a vela, aquela luzinha da vela, ela ajuda a iluminar o ambiente, e dá para você enxergar até a vela, porque aquela luz da vela está iluminando o ambiente também. Mas é uma luz pequena, mas na escuridão total, é uma grande luz, relativamente falando. Agora aqui ele compara que essa luz, essa vela iluminada, a mente criativa iluminando a mente humana, então a mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Então essa vela iluminada pelo sol não era a vela própria que estava iluminando ela mesma. A vela estava sendo iluminada pelo sol, o sol estava iluminando a mente. Mas a potência, a força, a claridade do sol é bem maior do que qualquer vela, não é isso? Então, ele diz que aquela vela, a mente humana era uma vela iluminada pelo sol.
Só para dizer que se você, na claridade total, se você meio dia acender uma vela, aí a comparação agora é diferente, você está meio dia, está com a claridade total, aí está no aberto, aí você acende uma vela, aí você parece até que a vela não foi acesa, acendeu sim, consegue enxergar a chama da vela, porque é um ponto forte de intensidade de luz, onde está acesa, mas não vai fazer muita diferença aquela vela iluminar ela mesma, diferente de quando você viu a vela na escuridão. Na escuridão, não tinha luz, então ela iluminou tudo. E aqui diz que essa mente humana era somente uma vela iluminada pelo sol.
Ou seja, embora ela possa ter uma luzinha, que é a luz da própria vela, ela é iluminada pelo sol, ela recebe essa luz toda do sol. Então, nós somos assim, então a expressão de que nós somos assim, ou seja, nós, nossa mente humana, por mais que tenhamos essa luz, a luz de Deus é muito mais intensa, muito maior do que tudo isso. Isso provém do poder criativo da mente divina.
Amém? Vamos lá depois, continuar depois.


Fim
(Transcrito por TurboScribe.ai)


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